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Influenciadas por livros e combustível, vendas no comércio registram alta em fevereiro

Na comparação com janeiro, taxa do mês cresceu 0,6%, e volume renovou recorde na série histórica atingido no período anterior

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Vendas do comércio varejista cresceram 0,6% em fevereiro, renovando recorde histórico.
  • Alta impulsionada principalmente por vendas de livros, combustíveis e alimentícios.
  • Queda nas vendas de eletrônicos, vestuário e móveis em diversas categorias.
  • Resultados positivos em 17 estados, com destaque para Paraná, Bahia e Minas Gerais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Aumento nas vendas de livros, jornais, revistas e itens de papelaria teve maior impacto no resultado Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

As vendas do comércio varejista cresceram 0,6% em fevereiro, na comparação com janeiro, o que renovou o recorde na série histórica atingido no mês anterior, iniciada em 2000. Os dados são da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (15).

O índice foi influenciado, principalmente, pela alta nas vendas de livros, jornais, revistas e itens de papelaria (2,4%); de combustíveis e lubrificantes (1,7%); de produtos alimentícios, bebidas e fumo em hiper ou supermercados (1,1%); e de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,3%).


Na contramão, registraram queda nas vendas os seguintes produtos: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-2,7%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); tecidos, vestuário e calçados (-0,3%); e móveis e eletrodomésticos (-0,1%).

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Para efeito de comparação, ante fevereiro de 2025, o volume de vendas do comércio cresceu 0,2%, enquanto o acumulado nos últimos 12 meses é de 1,4%.


Em relação a janeiro deste ano, o varejo também mostrou resultados positivos em 17 das 27 unidades da Federação. Entre os destaques estão Paraná (2,9%), Bahia (2,7%) e Minas Gerais (2,5%).

Por outro lado, nove estados apresentaram resultado negativo. As maiores quedas se deram no Mato Grosso (-3,6%), no Maranhão (-3,2%) e no Amazonas (-3,2%), enquanto o Rio de Janeiro (0,0%) teve estabilidade.

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