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Lula e 13 ministros vão ao RS neste domingo para acompanhar situação das chuvas

Objetivo é monitorar o trabalho de resgate e apoio à população gaúcha; 55 mortes foram confirmadas e outras sete são investigadas

Brasília|Bruna Lima, do R7, em Brasília

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Lula vai de Brasília ao RS em voo com Eduardo Leite Ricardo Stuckert/PR - 2.5.2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e 13 ministros chegam ao Rio Grande do Sul neste domingo (5) para monitorar a situação do estado em meio às fortes chuvas que causam enchentes, inundações e deslizamentos. O objetivo da visita da comitiva presidencial é acompanhar de perto o trabalho de resgate e apoio à população gaúcha. A chegada está prevista para 10h30. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também vão viajar com Lula.

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“Estou em contato permanente com os ministros e o comando militar que estão no Rio Grande do Sul. Amanhã retorno ao estado para acompanhar e reforçar o trabalho coordenado com o governo do estado e as prefeituras nesse momento tão difícil”, disse Lula em uma rede social no sábado (4).


Vão acompanhar Lula na viagem deste domingo os ministros Rui Costa (Casa Civil), Jose Múcio (Defesa), Fernando Haddad (Fazenda), Renan Filho (Transportes), Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Camilo Santana (Educação), Nísia Trindade (Saúde), Luiz Marinho (Trabalho e Emprego), Wellington Dias (Desenvolvimento Social e Combate à Fome), Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima), Jader Filho (Cidades), Márcio Macêdo (Secretaria-Geral da Presidência da República) e Alexandre Padilha (Secretaria de Relações Institucionais).

Além dos ministros e de Pacheco e Lira, integram a comitiva presidencial o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, o presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), Bruno Dantas, e o comandante do Exército, general Tomás Paiva.


Esta é a segunda vez que o presidente vai ao Rio Grande do Sul diante da tragédia que vive o estado. Na quinta-feira (2), Lula se reuniu com o governador Eduardo Leite (PSDB). Na ocasião, havia a previsão de um sobrevoo nas regiões afetadas pelas chuvas, mas o mau tempo não permitiu a programação.

A equipe se somará às autoridades federais que já estão no estado: os ministros da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta; da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes; a presidente da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas), Joenia Wapichana; o presidente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Edegar Pretto; e o secretário nacional de Assistência Nacional, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, André Quintão.


Lula vai se reunir com Leite, prefeitos dos municípios afetados e autoridades locais, com o objetivo de reforçar o trabalho conjunto que está sendo feito.

O presidente prometeu apoio financeiro para saúde, transporte e alimentos, garantindo que o governo fará tudo ao seu alcance para atender às necessidades da população afetada.


“O governo federal está em diálogo permanente com o governo do Rio Grande do Sul e com as prefeituras para apoiar a região no que for necessário. Não mediremos esforços para ajudar os municípios que sofrem com as chuvas e salvar vidas”, afirmou o presidente.

55 mortes confirmadas e 74 desaparecidos

De acordo com boletim divulgado pela Defesa Civil do Rio Grande do Sul às 18h de sábado (4), 55 pessoas já morreram em decorrência das chuvas e outros sete óbitos estão em investigação. Há 107 feridos e o número de desaparecidos é de 74.

Segundo o informe, 317 municípios foram atingidos. Com isso, há 13.324 pessoas em abrigos. Os desalojados são 69.242. Um total de 510.585 pessoas foram atingidas de alguma forma. O Governo do Rio Grande do Sul diz que 418,2 mil casas e estabelecimentos estão sem luz e 1.056.877 sem abastecimento de água.

A Defesa Civil estadual pretende ainda aumentar o nível de prevenção e pediu para que as pessoas que vivem no Rio Grande do Sul se cadastrem para receber alertas meteorológicos.

Desde 26 de abril, o estado teve chuvas diárias que ultrapassaram os 200 mm e causaram alagamentos, enxurradas, deslizamentos. O Rio Grande do Sul decretou calamidade pública devido às enchentes.

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