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Lula fala pela 1ª vez sobre radioterapia e diz que população terá acesso a mesmos equipamentos

Declaração ocorre em visita a hospital oncológico em Sergipe; Lula passa por procedimento após retirar lesão do couro cabeludo

Brasília|Da Agência Brasil

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula fala pela primeira vez sobre sua radioterapia após retirar lesão do couro cabeludo.
  • Presidente garante que a população terá acesso aos mesmos equipamentos de radioterapia que ele usa.
  • Durante visita a hospital oncológico em Sergipe, Lula agradece deputados e senadores por suas emendas.
  • Lula discute o novo PAC e defende iniciativas como o Farmácia Popular.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Saúde do presidente é um dos principais pontos de atenção em sua campanha Ricardo Stuckert / PR - 29.05.2026

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), falou nesta sexta-feira (29) pela primeira vez sobre a radioterapia a que está sendo submetido por causa de uma lesão retirada do couro cabeludo. O petista não se aprofundou no assunto, mas disse que está passando pelo tratamento e que qualquer cidadão poderá ter acesso a equipamentos iguais aos do hospital onde ele é tratado.

Lula ainda não tinha falado publicamente sobre o assunto. A saúde do presidente é um dos principais pontos de atenção em sua campanha.


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A declaração ocorreu durante visita ao primeiro hospital oncológico interestadual do país, em Sergipe.

“Quero agradecer aos deputados e senadores pela contribuição com suas emendas. Hoje, a pessoa mais pobre desse país, se tiver que fazer radioterapia, vai fazer na mesma máquina que faz o presidente dos Estados Unidos, da China ou do Brasil. Eu estou fazendo radioterapia na minha cabeça. Qualquer um [que for fazer] vai fazer em uma máquina igual à que eu faço, porque eu não sou melhor do que vocês”, declarou o presidente, mostrando sua cabeça às pessoas presentes.


Lula também falou sobre o novo PAC. Disse que o programa foi elaborado com o auxílio de todos os governadores — de oposição ou aliados — e que prevê aporte recorde de R$ 1,8 trilhão, o que classificou como o “maior investimento em infraestrutura da história do país”.

O presidente também defendeu outras iniciativas de seu governo, como o Farmácia Popular, e questionou o motivo de nenhum outro governante ter criado uma medida semelhante. Por fim, o chefe do Executivo colocou sob suspeita o uso das ferramentas de inteligência artificial na política, considerando que o recurso “pode levar vocês [eleitores] a colocarem uma raposa em um galinheiro”.

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