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Mario Frias nega irregularidades em emendas e rebate acusações em manifestação a Dino

Documento afirma que não há provas de desvio de finalidade e cita registros do sistema Transferegov

Brasília|Redação do R7 com Gabriela Coelho, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Mario Frias apresentou manifestação ao ministro Flávio Dino em resposta a questionamentos sobre emendas parlamentares ao Instituto Conhecer Brasil.
  • Frias rebateu acusações de irregularidades, afirmando que as emendas são "transferências com finalidade definida" e não "emendas Pix".
  • Os recursos foram destinados a projetos de inclusão digital e atividades esportivas para crianças e adolescentes em vulnerabilidade social.
  • Não há provas de desvio de finalidade, e registros do sistema Transferegov e pareceres da Câmara dos Deputados sustentam a rastreabilidade das verbas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mario Frias é procurado pelo STF para esclarecer envolvimento no filme Dark Horse Reprodução/ Câmara dos Deputados - Arquivo

O deputado federal Mario Frias (PL-SP) apresentou ao ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal) uma manifestação em resposta aos questionamentos feitos no âmbito da ADPF 854 sobre a destinação de emendas parlamentares ao Instituto Conhecer Brasil (ICB).

O documento rebate acusações apresentadas pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e sustenta a regularidade técnica e orçamentária dos repasses.


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Na petição, Frias afirma que as emendas de sua autoria não se enquadram na modalidade conhecida como “emendas Pix”, mas sim como “transferências com finalidade definida”, previstas na Constituição Federal.

Segundo a defesa, os recursos foram destinados a projetos de inclusão digital, letramento tecnológico e atividades esportivas voltadas a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.


O parlamentar também nega qualquer relação entre os recursos públicos e a produção do filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A manifestação afirma que não há provas de desvio de finalidade e cita registros do sistema Transferegov e pareceres técnicos da Câmara dos Deputados para sustentar a rastreabilidade das verbas.

A defesa utiliza como principal fundamento a Nota Técnica nº 195/2026 da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira (CONOF), segundo a qual não foram identificadas irregularidades na apresentação das emendas analisadas.


O parecer também aponta compatibilidade entre os objetos previstos nas emendas e os termos de fomento firmados com a entidade beneficiária.

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