Flávio chega à reta final das convenções sem vice e vê Centrão manter distância
PP e MDB optaram pela neutralidade e Republicanos negocia; PL já trabalha com chance de chapa-pura
2026|Amanda Garcia, do R7, em Brasília
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, chega à reta final das convenções partidárias sem definir quem ocupará a vaga de vice em sua chapa. A quatro dias do prazo, o senador acumula dificuldades para atrair partidos do Centrão, que têm optado pela neutralidade na disputa presidencial.
O senador encerrou a semana com a negativa de uma das grandes apostas do PL para a chapa: Tereza Cristina (PP-MS). A senadora chegou a aceitar o convite de Flávio, mas disse que a decisão final seria do seu partido.
Na sexta-feira (31), porém, o Progressistas divulgou uma nota afirmando que, depois de consultar os diretórios estaduais, decidiu se manter neutro e não realizar convenção nacional. A decisão afasta a possibilidade da chapa, considerada “dos sonhos” por Flávio.
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Na última semana, o MDB fez a convenção nacional de forma virtual e oficializou também a decisão de neutralidade. O partido aposta na expansão com cinco governadores eleitos e bancada maior no Congresso.
Com as portas fechadas com a federação União Progressista e MDB, Flávio ainda deve fazer uma última tentativa com o Republicanos.
O partido já havia sido cogitado com o nome de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal. O Republicanos, porém, tem reafirmado a estratégia de se manter neutro.
Integrantes do partido também alegam haver diretórios estaduais que já declararam apoio ao presidente Lula (PT).
É o caso de Pernambuco, em que o presidente do partido no estado é o ex-ministro de Portos e Aeroportos do governo petista, Silvio Costa Filho.
Caso o PL não consiga apoio de nenhum partido de centro, a última alternativa será formar chapa-pura, ou seja, com um candidato a vice vindo do próprio PL. As especulações apontam o nome do coordenador da campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN).
Essa alternativa é a menos favorável porque deixa de ampliar o tempo de televisão disponível para Flávio durante a campanha. A possibilidade de coligação com um partido de Centro poderia ampliar esse recurso.
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