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Mendonça revoga prisão do filho do ‘Careca do INSS’ e fixa tornozeleira

Detenção de Romeu Antunes havia sido determinada em operação da PF que investiga desvios e fraudes em benefícios previdenciários

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro André Mendonça do STF revogou a prisão de Romeu Carvalho Antunes, filho do "Careca do INSS".
  • Romeu agora usará tornozeleira eletrônica, pois a investigação já avançou.
  • Ele está proibido de acessar locais públicos ligados ao caso e de falar com outros investigados e testemunhas.
  • Após a prisão do pai, Romeu assumiu como principal operador administrativo da organização criminosa, participando de lavagem de dinheiro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Mendonça fundamentou a decisão dizendo que a prisão na cadeia não é mais necessária Rosinei Coutinho/STF - 16.06.2026

O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), revogou a prisão de Romeu Carvalho Antunes, filho do alvo conhecido como o “Careca do INSS”. A prisão ocorreu em operação da Polícia Federal que investiga um esquema de desvios e fraudes em benefícios previdenciários.

Com a decisão, Antunes usará tornozeleira eletrônica. Mendonça fundamentou o parecer dizendo que a prisão na cadeia não é mais necessária com a mesma força de antes.


A decisão leva em conta que a investigação avançou, que agora é possível monitorar os passos de Antunes de perto, uma vez que ele foi afastado dos locais públicos ligados ao caso, e que está proibido de falar com outros investigados e testemunhas.

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Após a prisão do pai, Antônio Carlos Camilo Antunes, em setembro do ano passado, a PF acredita que Romeu Antunes assumiu o papel de principal operador administrativo da organização.


Segundo a PF, suas funções incluíam:

  • gestão de empresas utilizadas na lavagem de dinheiro;
  • criação de novas pessoas jurídicas para substituir empresas vinculadas ao pai;
  • intermediação de comunicação entre o “Careca do INSS” e outros investigados, burlando determinações judiciais;
  • ocultação de bens, incluindo veículos de luxo, embarcações e imóveis;
  • condução de negociações no exterior, especialmente nos Estados Unidos e em Portugal.

A investigação aponta participação ativa em operações de lavagem de dinheiro, como a criação de empresas de fachada e a simulação de operações imobiliárias.


A medida ocorre em meio a uma semana de intensa movimentação nos gabinetes da Suprema Corte, marcada tanto por articulações de cúpula para conter crises institucionais quanto pela continuidade de despachos individuais em inquéritos sensíveis sob a relatoria de Mendonça.

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