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Ministro da Fazenda diz que é ‘radicalmente contra’ compensação pelo fim da escala 6x1

Declaração é feita durante abertura de sua fala na Comissão Especial que trabalha a 6x1

Brasília|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro da Fazenda, Dário Durigan, se posiciona contra indenizações na transição pela PEC do fim da 6x1.
  • Declarações foram feitas durante reunião da Comissão Especial que discute o tema.
  • Durigan justifica sua oposição com base no conceito de titularidade das horas de trabalho.
  • Ministro menciona ainda a importância de enfrentar o debate de forma franca, citando épocas da escravidão e leis trabalhistas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Dario Durigan debate impacto da escala 6x1 na Câmara Valter Campanato/Agência Brasil - 11.05.2026

O ministro da Fazenda, Dário Durigan, afirmou nesta terça-feira (12) que é “radicalmente contra” indenizações e compensações durante transição pela PEC pelo fim da escala 6x1.

A fala do chefe da área econômica do governo Lula foi proferida durante auscultas na Comissão Especial que debate o tema.


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Em sua declaração, o ministro acrescentou que é contrário “por conceito”.

“É um conceito que a gente fez que é: a titularidade da hora do trabalho não é do empregador. [...] o debate tem que ser enfrentado francamente porque não cabe indenização”, arrematou, relembrando a época da escravidão e, ainda, promulgação das Leis trabalhistas.


Durigan, é um dos convidados da audiência pública na comissão especial que analisa a PEC (proposta de emenda à Constituição) que quer acabar com a escala de trabalho 6x1 na Câmara dos Deputados.

Relatada pelo deputado Leo Prates (Republicanos-BA), a proposta tem como objetivo reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de folga, sem redução salarial.


A pauta é considerada popular e teve a tramitação acelerada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para que seja votada antes das eleições.

As audiências na comissão especial que discute a PEC continuam até o fim de maio, com votação do relatório prevista para o dia 26. A expectativa de Hugo Motta é que o texto vá ao plenário já no dia seguinte, em 27 de maio. Para ser aprovada, são necessários 308 votos, em dois turnos.

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