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Motta anuncia ‘esforço concentrado’ e defende votação de Orçamento em dezembro

Reta final será voltada a projetos econômicos, decisão de mandatos e anistia

Brasília|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Presidente da Câmara, Hugo Motta, anuncia esforço concentrado para aprovação de projetos em dezembro.
  • Destaque para a votação do Orçamento, além de pautas econômicas e anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro.
  • Projetos importantes incluem a reforma tributária e a proposta de restrição de benefícios fiscais para devedores contumazes.
  • Motta enfatiza a necessidade de aprovar o Orçamento antes do recesso para evitar atrasos, como ocorreu no ano anterior.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou 'esforço concentrado' na reta final de 2025 Marina Ramos/Câmara dos Deputados - 09.12.2025

O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou nesta terça-feira (9) que parlamentares farão um “esforço concentrado” para garantir aprovação de projetos na reta final do ano, com destaque ao Orçamento.

Fazem parte da lista pautas ligadas à área econômica, a cassação de mandatos parlamentares e a anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro.

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“Queremos fazer nos últimos dias, até o recesso, um esforço concentrado para votar tudo que for possível de matérias que estão sendo discutidas e já tratadas aqui na Casa”, afirmou Motta a jornalistas.

Na lista de pautas, ficam previstos dois projetos de destaque nesta terça: a anistia em versão para redução de penas por tentativa de golpe de Estado, que ficou conhecida como “dosimetria” e o projeto do devedor contumaz. A ideia é restringir benefícios fiscais para empresários que estiverem inadimplentes.

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Motta ainda citou a conclusão da reforma tributária e a apresentação de um projeto para reduzir benefícios fiscais, que segundo ele, é o de maior interesse da equipe econômica.

O texto propõe reduzir, gradualmente, os benefícios tributários, financeiros e creditícios em, no mínimo, 10% até o fim de 2026. As pautas são vistas como uma forma de garantir uma definição do Orçamento ainda neste ano, outra pauta prioritária, segundo Motta.

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“Queremos votar Orçamento antes do recesso para que não aconteça o que aconteceu esse ano, de votar com o ano vigente em vigor”, pontuou.

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