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Motta diz que não fará discussão ‘atropelada’ sobre escala 6x1

Presidente da Câmara afirma que discussão não será apressada e visa buscar convergência entre os setores

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, avisa que a discussão sobre o fim da escala 6x1 não será apressada.
  • Ele afirma que a tramitação por meio de uma PEC incentivará a convergência entre os interessados.
  • Motta destaca a importância de analisar os impactos dessa mudança na economia, especialmente em ano eleitoral.
  • O governo inicialmente queria enviar um projeto de lei sobre o tema com urgência, mas não seguirá mais esse caminho.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Motta já havia defendido um debate sem ideologia sobre o fim da escala Lula Marques/Agência Brasil - Arquivo

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que não fará uma discussão “atropelada” sobre o fim da escala 6x1 e disse que a tramitação por meio de uma PEC (Proposta de emenda à Constituição) vai obrigar que os interessados na matéria busquem convergência.

As declarações ocorreram nesta terça-feira (17), durante almoço realizado pela FPE (Frente Parlamentar do Empreendedorismo), em Brasília. A FPE é presidida pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA) e tem a participação de 205 deputados e 46 senadores.


“Por mais que estejamos em ano de eleição, nós não vamos conduzir esse debate de maneira atropelada, de maneira descompromissada, sem medir as consequências. Até porque isso deve até preocupar o próprio governo. Por quê? Porque um efeito negativo na economia é ruim para todos”, disse.

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Motta também disse que os setores econômicos devem informar os impactos práticos do fim da escala 6x1 na economia e destacou que a tramitação por meio de PEC possibilita tempo para isso. O presidente da Câmara disse que há, sim, como avançar com a discussão.


“Todo setor aqui representado deve, primeiramente, por mais complexo que seja o tema, se sentir satisfeito pelo formato dado pelo presidente da Câmara para a discussão dessa matéria”, declarou Motta. “Isso obriga todos os interessados a terem a capacidade de encontrar uma maior convergência”, afirmou.

Na sequência, o presidente da Câmara lembrou que o governo queria enviar um projeto de lei sob urgência constitucional sobre o tema ao Congresso Nacional. Ele disse ter notado que o governo não pretende mais encaminhar a proposta nesse formato.


“Todos sabem que, se dependesse da vontade do governo e de alguns partidos representados na casa legitimamente, o caminho legislativo não teria sido o de proposta de emenda à Constituição”, disse.

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