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Lula volta a criticar ações de Trump no Irã e diz ‘não ter medo’ de intervenções nas eleições

Presidente afirmou que jogo do norte-americano está ‘muito errado’ e chamou a atenção para falta de respeito à soberania dos países

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Luiz Inácio Lula da Silva criticou as ações de Donald Trump no Oriente Médio.
  • O presidente afirmou que não tem "medo" de intervenções dos EUA nas eleições brasileiras.
  • As eleições estão marcadas para outubro no Brasil.
  • Lula se posiciona contra possíveis influências estrangeiras no processo eleitoral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Presidente Lula criticou líder norte-americano e cobrou medidas pela manutenção da paz mundial Ricardo Stuckert/PR - Arquivo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar as ações do líder norte-americano Donald Trump no Oriente Médio e disse não ter “medo” de possíveis intervenções dos Estados Unidos nas eleições brasileiras, marcadas para outubro.

“Não tenho medo. Minha responsabilidade é garantir que o povo brasileiro receba informações precisas, para que, quando tiver de tomar uma decisão, não o faça com base em notícias falsas. Essa é minha obrigação. E a interferência estrangeira não me preocupa nem um pouco”, declarou o petista, em entrevista ao jornal espanhol El País.


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Lula também questionou as táticas usadas na administração de Trump. Para o presidente brasileiro, as condutas do norte-americano estão “muito erradas” e desrespeitam a soberania dos países.

“Ele [Trump] parte da premissa de que o poder econômico, militar e tecnológico americano dita as regras do jogo. Mas isso não pode ser verdade, porque, no fim das contas, acaba por criar problemas para os Estados Unidos”, avaliou o petista.


O líder brasileiro afirmou, ainda, que conversou com representantes da Índia, da China e da França, para discutir sobre a guerra entre Estados Unidos, Irã e Israel. “Porque Trump não tem direito de acordar pela manhã e ameaçar um país. Ele não foi eleito para isso, e a Constituição [dos EUA] não permite. É essencial a quem detém poder assumir mazior responsabilidade pela manutenção da paz”, completou Lula.

Apesar das críticas, Lula comentou sobre a ida à Europa, onde participará do fórum Democracia para Sempre, e negou que encontro será “antiTrump”. “Vamos discutir democracia: ver onde ela falhou e o que precisa ser feito para consertá-la”, comentou.


O presidente embarca para a Espanha nesta quinta-feira (16). Na sequência, seguirá para a Alemanha e para Portugal, onde terá reuniões com lideranças empresariais e assinará acordos estratégicos.

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