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Não há nada que indique culpa de Campos Neto no caso Master, diz Galípolo

Campos Neto presidiu o BC entre 2019 e 2024, período em que o Master foi transferido para o controle de Daniel Vorcaro

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, afirma que não há evidências de culpa de Roberto Campos Neto no caso do Banco Master.
  • Campos Neto presidiu o BC entre 2019 e 2024, período em que o Master foi transferido para Daniel Vorcaro.
  • A transferência de controle do banco enfrentou controvérsias, com suspeitas de irregularidades envolvendo o diretor de Fiscalização Paulo Sérgio Neves Souza.
  • Em 2023, Campos Neto solicitou uma análise do balanço do Master, indicando preocupação com a situação do banco.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Galípolo participou de audiência da CPI do Crime Organizado, no Senado Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta quarta-feira (8) que não há nenhum processo ou sindicância que aponte para culpa do seu antecessor, Roberto Campos Neto, no crescimento ou nas fraudes que envolvem o Banco Master.

“Não há, em nenhum processo de auditoria ou de sindicância, nada que encontre qualquer culpa por parte do ex-presidente Roberto Campos”, comentou Galípolo durante audiência da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, no Senado.


Campos Neto presidiu o BC entre 2019 e 2024, período em que o Master foi oficialmente transferido para o controle de Daniel Vorcaro e cresceu substantivamente. Ele havia sido convocado para comparecer à CPI, mas faltou nesta quarta-feira.

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O BC negou uma autorização para transferir o controle do então Banco Máxima, que seria rebatizado Master, para Vorcaro em fevereiro de 2019. Em outubro daquele ano, a autoridade monetária mudou de posição e decidiu autorizar a transferência.


Vorcaro chegou a apelar ao então diretor de Fiscalização, Paulo Sérgio Neves Souza, para conseguir autorização para a transferência, ainda em fevereiro de 2019. Souza é suspeito de ter recebido mesadas para trabalhar a favor de Vorcaro no BC.

Galípolo relatou que, ainda em 2023, Campos Neto havia solicitado justamente a Paulo Souza, que ainda era diretor de Fiscalização, uma análise do balanço do Master. No fim de 2024, a área de Fiscalização também pediu análises a três escritórios de advocacia.

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