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Nos EUA, Flávio pede fim de tarifas e volta a dizer que medida fortalece Lula

Segundo o senador, as taxas foram ‘exploradas politicamente’ pelo atual governo em meio ao ano eleitoral

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro participou de uma audiência pública no USTR em Washington.
  • O senador pediu que os EUA suspendessem as tarifas ao Brasil, argumentando que beneficiariam politicamente o governo Lula.
  • Flávio afirmou que as tarifas foram exploradas politicamente pelo governo brasileiro e penalizam o povo.
  • Ele defendeu o Pix como uma solução que ampliou a inclusão financeira e beneficiou empresas americanas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio participou de audiência em Washington, nos EUA Divulgação/ Fernando Pessoa - 07.07.2026

O senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, participou nesta terça-feira (7) de uma audiência pública no USTR (Office of the United States Trade Representative — Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos), em Washington.

O parlamentar pediu que o governo norte-americano suspendesse os planos de aplicação de taxas ao Brasil e argumentou que a medida acabaria beneficiando o governo Lula politicamente.


“Impor agora uma tarifa que seria difícil de reverter — premiando aqueles que são responsáveis pelas ações em questão e punindo aqueles que suportaram suas consequências — seria o pior momento possível para agir”, declarou o senador.

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“As tarifas foram exploradas politicamente pelo atual governo brasileiro. Uma tarifa de 25% penaliza todo o povo brasileiro — exceto, justamente, as autoridades responsáveis por essas decisões”, apontou.


Ainda em seu discurso, Flávio defendeu o Pix, afirmando que o mecanismo não é um “problema a ser corrigido”, mas sim uma “solução”.

“O Pix ampliou a inclusão financeira ao trazer milhões de brasileiros, especialmente os mais pobres, para a economia formal. Esse avanço também beneficiou diretamente as empresas americanas, já que o volume de transações processadas por cartões de pagamento emitidos por bandeiras dos Estados Unidos continuou crescendo paralelamente à sua ampla adoção”, destacou o senador.

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