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Parlamentares governistas vão aos EUA apresentar contraponto à direita

Grupo esteve em Washington representando 114 deputados federais; Pix foi um dos temas tratados em solo norte-americano

Brasília|Da Agência Brasil

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Parlamentares brasileiros visitaram Washington para apresentar contrapontos às narrativas da direita.
  • O grupo, representando 114 deputados, focou em cooperação no combate ao crime organizado e contestação de tarifas americanas.
  • Defenderam o Pix como uma ferramenta financeira soberana do Brasil, contra qualquer intervenção externa.
  • Na OEA, discutiram a importância de observar o processo eleitoral brasileiro e a violência política.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Jandira Feghali (PcdoB/RJ) integrou o grupo de parlamentares governistas nos EUA Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados - 30.04.2026

Um grupo de parlamentares brasileiros esteve em Washington, nos Estados Unidos, de 3 a 5 de junho, com o objetivo de apresentar um contraponto às narrativas da direita brasileira junto a instituições norte-americanas.

Formado pelos deputados federais Pedro Uczai (PT/SC), Jandira Feghali (PcdoB/RJ), Pedro Campos (PSB/PE) e André Janones (REDE/MG), o grupo governista representa 114 deputados de suas bancadas.

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Segundo Feghali, a delegação focou em três pontos principais:

  • Reafirmar a soberania brasileira em sua economia, democracia e política;
  • Entregar três documentos a parlamentares e instituições americanas;
  • E discutir as tarifas impostas ao Brasil, como o PIX, que, segundo os parlamentares, não possuem base técnica jurídica.

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A deputada federal explicou que um desses documentos solicita cooperação, e não intervenção, no combate ao crime organizado, abrangendo tráfico de armas, tráfico de drogas, monitoramento de recursos e outras pautas de cooperação já solicitadas pelo governo brasileiro.

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Em outro texto, os deputados contestam, com contribuições de especialistas em economia, as tarifas impostas pelo governo americano, argumentando que elas têm um sentido político e não se justificam.

“A questão do Pix foi abordada com a declaração de que não será aceita qualquer intervenção que inviabilize, fragilize ou dificulte o uso do Pix, considerado uma soberania financeira do povo brasileiro e uma ferramenta moderna para transações financeiras gratuitas, transparentes e lícitas”.

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Segundo a deputada, na OEA (Organização dos Estados Americanos), a missão abordou o aspecto democrático do ano eleitoral, alertando sobre possíveis intervenções diretas dos Estados Unidos, crimes no ambiente digital e violência política física, de gênero e geral.

“Foi solicitado o acompanhamento e observação da OEA, não apenas da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, mas também da Secretaria de Fortalecimento da Democracia, cujo observatório eleitoral já teve o acompanhamento solicitado pelo governo brasileiro para as eleições”, informou Feghali.

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De acordo com a deputada, parlamentares americanos demonstraram sensibilidade e muitos se comprometeram a tomar iniciativas em relação aos temas apresentados.

“A missão considerou sua atuação produtiva e válida na conjuntura atual. A missão foi concluída com a sensação de dever cumprido e vamos acompanhar os desdobramentos”, finalizou.

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