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PF vai poder acessar dados biométricos e fotos de investigados por atos extremistas

Ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorizou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a repassar as informações

Brasília|Sarah Paes, do R7, em Brasília


Sede da Polícia Federal em Brasília
Sede da Polícia Federal em Brasília

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai poder fornecer à Polícia Federal os dados biométricos de investigados pelos atos extremistas que aconteceram no dia 8 de janeiro, em Brasília. A decisão é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, no inquérito que investiga a responsabilidade de autoridades e outras pessoas pelos delitos ocorridos nas sedes dos Três Poderes.

Na decisão, Moraes também determina que a investigação da PF tenha acesso aos “serviços de conferência das bases de dados contendo os dados biográficos e fotografias dos indivíduos cadastrados” na Secretaria Nacional de Trânsito (Senatram) e do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI). O ministro considerou a medida pertinente para a elucidação das investigações.

O inquérito ainda solicita que, ao transferirem as informações, os órgãos adotem medidas de segurança referidas na Lei Geral de Proteção de Dados, por haver dados pessoais envolvidos.

Leia mais: Defesa aguarda laudo da PF para pedir ao STF volta de Ibaneis ao cargo

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Ibaneis

Nesta quinta-feira (9), a perícia feita pela PF no celular do governador afastado do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), constatou que ele não se omitiu diante dos episódios de vandalismo registrados em Brasília.

Segundo a corporação, desde o dia anterior Ibaneis manteve contato com autoridades do governo federal, do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal (STF) e de órgãos de segurança do DF para tentar impedir os atos de violência na capital federal.

"Pela análise da mídia disponível, considerando todo o exposto, de forma cronológica, a investigação não revelou atos do governador Ibaneis em mudar planejamento, desfazer ordens de autoridades das forças de segurança, omitir informações a autoridades superiores do Governo Federal ou mesmo impedir a repressão do avanço dos manifestantes durante os atos de vandalismo e invasão", afirmou a PF.

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