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Flávio recorre às ‘lives de quinta’, marca da comunicação de Jair Bolsonaro

Sem sinal de apoio do centro, presidenciável busca seguidores e relembra que o pai não teve união de partidos em 2018

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro enfrenta dificuldades em conseguir apoio fora do PL e adota as "lives de quinta-feira" como estratégia de campanha.
  • Durante as transmissões, ele busca se aproximar do eleitorado fiel ao seu pai, Jair Bolsonaro, utilizando referências como camisetas de futebol e capacetes de moto.
  • Flávio tenta associar críticas atuais a investigações passadas enfrentadas por seu pai, mencionando episódios polêmicos.
  • Ele compara sua situação atual à de Jair Bolsonaro em 2018, destacando a falta de apoio de partidos e recursos, mas não menciona o valor disponível para o PL em 2026.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio buscou toda estética Bolsonaro: de capacete de moto a camisa de futebol Reprodução/Redes Sociais

Com dificuldade em encontrar apoio fora do PL, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro dobrou aposta na reprodução de estratégias do pai e adotou as “lives de quinta-feira”.

Na última quinta-feira (23), a transmissão contou, ainda, com uma série de referências que buscam aproximação ao Bolsonaro pai em mais uma tentativa de mobilização do eleitorado fiel.

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Flávio falou aos seguidores enquanto usava uma camisa de futebol. A escolha foi pelo time de Brusque, cidade bolsonarista de Santa Catarina. Capacetes de moto, que lembram as motociatas com apoiadores de Bolsonaro, e a bandeira do Brasil também fizeram parte do cenário.

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Além da estética, o senador lembrou falas do ex-presidente. Disse que é perseguido e tentou associar críticas que tem recebido a pedidos de investigação que alcançaram o pai no passado, como importunação a uma baleia e ter tentado dar cloroquina a um avestruz no Palácio do Alvorada.

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Flávio seguiu a live lembrando que Bolsonaro foi um candidato sem apoio de partidos em 2018, mesma situação em que ele se encontra agora.

“Era o deputado baixo clero, isolado, que ninguém apoia. E ele foi, contou com vocês e com Deus, e chegou à Presidência da República de uma forma completamente improvável. Não tinha tempo de televisão. Bolsonaro não tinha dinheiro para fazer campanha”, afirmou.

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A comparação não citou o valor disponível para o PL em 2026. O partido será o maior beneficiado na divisão de recursos para campanhas em outubro: serão R$ 881,7 milhões.

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