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Projeto que cria política para síndrome de Tourette é aprovado em comissão do Senado

Texto segue para o plenário e prevê a inclusão no trabalho, na escola, além do acesso ao diagnóstico precoce

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou a criação da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Síndrome de Tourette.
  • O projeto prevê atenção integral à saúde, diagnóstico precoce e inclusão educacional e no trabalho para pacientes.
  • Entre as medidas, estão o direito a um acompanhante especializado na escola e adaptações no ambiente de trabalho.
  • O texto estabelece sanções para escolas que recusarem matrículas e proíbe discriminação em planos de saúde.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Relatada pela senadora Damares Alves, a matéria teve o regime de urgência aprovado Geraldo Magela/Agência Senado - 11.08.2026

A CAS (Comissão de Assuntos Sociais) do Senado aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (11), a criação da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Síndrome de Tourette.

Com regime de urgência também aprovado, o texto relatado pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) agora segue para votação no plenário.


A proposta estabelece normas para que os pacientes tenham atenção integral à saúde e acesso ao diagnóstico precoce, além de garantir a inclusão educacional e no trabalho.

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Entre as principais medidas estão o direito a um acompanhante especializado no ensino regular, caso haja necessidade, e a exigência de adaptações no ambiente de trabalho. O texto também define sanções administrativas para instituições de ensino que recusarem matrículas e proíbe a discriminação no momento da contratação de planos de saúde.


A síndrome de Tourette é um distúrbio neuropsiquiátrico crônico que faz com que a pessoa realize atos impulsivos e repetitivos, conhecidos como tiques. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a condição atinge aproximadamente 1% da população mundial.

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