Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília
‌

Réu do 8 de Janeiro volta a ser preso após xingar ministros do STF

Decisão do relator do processo, Alexandre de Moraes, veio depois de Marcos Soares Moreira descumprir medidas cautelares

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília, com informações da Agência Estado

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Empresário foi preso no Espírito Santo
Empresário foi preso no Espírito Santo Reprodução/Redes Sociais

O empresário Marcos Soares Moreira, réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por envolvimento nos atos extremistas de 8 de janeiro, foi preso novamente neste sábado (23), no Espírito Santo. A informação foi confirmada por fontes ouvidas pela reportagem. A prisão preventiva foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, porque o empresário descumpriu medidas cautelares impostas quando ganhou liberdade provisória. Segundo a decisão, ele agiu com "total desprezo pela Justiça".

"A possibilidade de restabelecimento da ordem de prisão foi expressamente consignada na decisão que substituiu a custódia por medidas cautelares diversas", escreveu o ministro. "A notícia de que o acusado descumpriu a medida cautelar a ele imposta por ocasião da concessão de liberdade provisória constitui motivo suficiente para a decretação da prisão."

‌

• Compartilhe esta notícia no WhatsApp

• Compartilhe esta notícia no Telegram

‌

Embora estivesse proibido de usar redes sociais, Marcos Moreira publicou um vídeo em uma delas com novos ataques aos ministros do STF. Ele chamou os magistrados de "bandidos, criminosos, canalhas e corruptos".

"Não estou com medo. Para mim, é indiferente estar aqui ou lá dentro [da prisão]. Mas eu jamais vou me curvar a vocês, bandidos, que têm o poder da caneta na mão, porém são bandidos. Alexandre de Moraes, Rosa Weber, todos vocês aí são bandidos, vagabundos. Quer me prender, pode prender. Manda o PCC, que vocês apoiam", afirma ele na gravação.

O empresário estava na lista de réus que poderiam fechar acordo de não persecução penal com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Quem optar pelo acordo precisará cumprir algumas cláusulas, como pagamento de multa e participação em um curso sobre democracia, e em troca a ação criminal sobre o 8 de Janeiro será encerrada. Com os novos ataques, o acordo com o empresário pode ser comprometido.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.