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Sem ‘clube de charutos’: Cármen Lúcia destaca voz feminina na democracia em evento no TSE

Ministra celebrou conquista de igualdade entre homens e mulheres após aprovação da Declaração dos Direitos Humanos da ONU

Brasília|Iasmim Albuquerque* e Beatriz Oliveira*, do R7, em Brasília

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Evento reuniu mulheres de diversas áreas Beatriz Oliveira/R7 - 10/12/2024

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) celebrou nesta terça-feira (10) o Dia dos Direitos Humanos com um evento alusivo à luta das mulheres pela democracia. Durante a cerimônia, a ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, destacou o poder da voz feminina e afirmou que não estava alí para falar, mas para “ouvir aquelas que tem a força da mulher, a fé na mulher e o perfume de mulher. Não temos clubes de charutos, mas podemos ter sim reunião de perfumes.”

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O evento reuniu empresárias, advogadas, artistas, pesquisadoras, professoras, jornalistas, economistas e magistradas. Pela manhã, a programação contou com uma roda de conversas, e pela tarde, haverá exposições com visita guiada. Durante o encontro, Carmén celebrou a conquista da igualdade entre homens e mulheres após aprovação da Declaração dos Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas).

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“Nós mulheres nos reunimos com os homens com vontade de termos igualdade para todas as pessoas para conversar e, principalmente, da nossa parte, nós somos isto e apenas isto: um grupo de mulheres querendo pensar o que é bom para todas as pessoas e o que fazer para nós termos a igualação, uma ação permanente pela igualdade”, destacou a ministra.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi aprovada pela Assembleia das Nações Unidas, em 1948. O documento assegura um compromisso global de proteger os direitos de todos os seres humanos.

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“A declaração de direitos não pode ser apenas um verbo, mas que ela seja uma ação permanente para que a gente tenha um mundo mais em paz, mais justo e com liberdade para todas as pessoas serem o que quiserem”, destacou a ministra.

Democracia todos os dias

Carmén Lúcia também aproveitou para falar que a democracia é “um fazer todo o dia, como a vida”, e que é preciso união entre homens e mulheres para mostrar um mundo melhor.

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“Quando a gente faz junto, talvez a gente faça mais e, principalmente, mostramos que juntos, unidos, homens e mulheres é muito melhor para todos, incluindo nossas crianças, para que elas deem um recado ao mundo de esperança e de sonhos no qual a vida fica muito possível.”


*Sob supervisão de Leonardo Meireles

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