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Sistema do STF sai do ar após Mendonça tirar sigilo de processos sobre o Master

Divulgação de dados atende a pedido do presidente da Corte, Edson Fachin, e reúne cerca de 4 mil arquivos

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O sistema do STF saiu do ar após a retirada do sigilo de documentos sobre o caso Banco Master, liberando 25,3 GB de dados.
  • A decisão de tornar os documentos públicos foi atendida pelo ministro André Mendonça, a pedido do presidente do Supremo, Edson Fachin.
  • Houve críticas de atores políticos, incluindo o presidente Lula, e questionamentos do procurador-geral da República sobre o processo.
  • O ministro Alexandre de Moraes acusou Mendonça de agir com seletividade ao liberar parcialmente os documentos, omitindo 180 itens.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo o STF, foram liberados 25,3 GB de material, entre documentos, vídeos e áudios Rosinei Coutinho/STF – 01.07.2026

O sistema do STF (Supremo Tribunal Federal) saiu do ar nesta sexta-feira (11) após a Corte disponibilizar acesso a documentos sobre o caso do Banco Master que tiveram o sigilo retirado por decisão do ministro André Mendonça. Segundo o tribunal, foram liberados 25,3 GB de dados, divididos em cerca de 4 mil arquivos, entre documentos, vídeos e áudios.

A decisão de derrubar o segredo de Justiça ocorreu após pedido do presidente do Supremo, Edson Fachin, que solicitou a Mendonça que tornasse públicos os autos dos processos ligados ao caso, ressalvadas apenas eventuais diligências e medidas cautelares em andamento, cuja publicidade imediata pudesse comprometer a colheita de provas.


A retirada do sigilo vinha sendo cobrada publicamente por atores políticos, como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e legendas partidárias.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também fez apontamentos sobre o trâmite do processo, questionando decisões e solicitando maior clareza procedimental.


Moraes critica Mendonça

Nesta sexta, o ministro Alexandre de Moraes enviou a Fachin um documento acusando Mendonça de agir com “seletividade” ao tirar apenas parcialmente o segredo de Justiça de processos relacionados às investigações sobre o Banco Master e de omitir 180 documentos.

Moraes argumenta que Mendonça, por ser “diretamente interessado no julgamento”, escolheu de forma subjetiva o material liberado, “tornando público somente o que entendeu conveniente” e prejudicando a defesa e a análise probatória global pelos pares.

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