Logo R7.com
RecordPlus
R7 Brasília

STF acaba com regra que facilitava perdão a processos de corrupção e improbidade

Corte definiu que as ações precisam ser totalmente concluídas em, no máximo, 20 anos, evitando que julgamentos se arrastem

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STF derrubou parte da Lei de Improbidade Administrativa que reduzia o tempo de julgamento para casos de improbidade.
  • A regra anterior, criada em 2021, permitia a redução do prazo de punição pela metade se o processo demorasse entre fases.
  • Agora, o prazo original de 8 anos permanece, com um limite máximo de 20 anos para o encerramento do processo.
  • Ministros também definiram novas regras para punições, congelamento de bens e andamento de processos por corrupção.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministros derrubaram “atalho” e agora o prazo para julgamento não é mais cortado pela metade Luiz Silveira/STF - 18.06.2026

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu derrubar um trecho da Lei de Improbidade Administrativa que encurtava o tempo de julgamento para casos de improbidade administrativa.

Pela regra anterior, criada pelo Congresso em 2021, o prazo para a Justiça punir os acusados caía pela metade se o processo demorasse muito para passar de uma fase para a outra.


Leia Mais

Agora, o prazo original de 8 anos continua valendo por inteiro, mas a Corte definiu um limite máximo de 20 anos para que todo o processo seja encerrado, evitando que as ações se arrastem para sempre.

Na sessão desta quarta-feira, os ministros definiram novas regras sobre punições, congelamento de bens e como devem correr os processos por corrupção.

O que o STF decidiu sobre os processos de improbidade?

  • O que estava acontecendo: Lei de 2021 fazia com que o prazo para a Justiça julgar políticos e servidores acusados de irregularidades caísse de 8 para 4 anos em certas fases do processo.
  • O risco: Milhares de processos contra desvios de dinheiro público seriam arquivados por falta de tempo para julgamento.
  • A decisão do STF: Os ministros derrubaram esse “atalho”. Agora, o prazo não é mais cortado pela metade.
  • O limite: Para que os processos também não fiquem abertos eternamente, a Corte definiu que as ações precisam ser totalmente concluídas em, no máximo, 20 anos.

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.