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STF arquiva investigações sobre Silas Malafaia e Eduardo Bolsonaro no Inquérito das Fake News; entenda

Decisões de Fachin fundamentam-se em prescrição de crimes, posicionamentos da PGR e encerramento de fase investigativa

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O STF arquivou investigações sobre Silas Malafaia e Eduardo Bolsonaro no inquérito das fake news.
  • Os arquivamentos foram fundamentados em manifestações da PGR, prescrição de delitos e encerramento das investigações.
  • Eduardo Bolsonaro ainda responde penalmente no STF, pois já existe uma ação penal contra ele.
  • O inquérito das fake news foi instaurado em 2019 e, em 2026, Fachin assumiu a relatoria, revisando os procedimentos para possíveis arquivamentos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Eduardo Bolsonaro: apuração foi arquivada por já ter originado ação penal, à qual ele ainda responde Marcelo Camargo/Agência Brasil- 21.10.2019

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, determinou o arquivamento de investigações envolvendo o pastor Silas Malafaia e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

As decisões foram tomadas em procedimentos vinculados ao Inquérito das Fake News, aberto em 2019 para apurar ataques, ameaças e disseminação de notícias falsas contra integrantes da Corte.

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Segundo o STF, os arquivamentos têm fundamentos distintos, que incluem manifestações da PGR (Procuradoria-Geral da República), prescrição de delitos e encerramento da finalidade das investigações.

Em relação a Eduardo Bolsonaro, o ministro arquivou a apuração porque a investigação já cumpriu seu papel ao dar origem a uma ação penal, à qual o parlamentar segue respondendo perante o STF.

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Fake News

O Inquérito das Fake News foi instaurado em março de 2019, por determinação do então presidente do STF, ministro Dias Toffoli. O ministro Alexandre de Moraes foi escolhido para conduzir a investigação, que, ao longo dos anos, passou a abranger diferentes procedimentos relacionados a ataques contra o tribunal e à atuação de grupos nas redes sociais.

Em setembro de 2026, Fachin assumiu a relatoria do inquérito. O presidente do Supremo passou a revisar individualmente os procedimentos vinculados ao caso para verificar quais poderiam ser encerrados e quais ainda exigiam providências complementares.

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No início de outubro, o ministro já havia indicado que pretendia promover o encerramento definitivo da apuração principal após a análise das pendências e o cumprimento das etapas processuais necessárias.

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