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TCU arquiva pedido de Flávio para investigar ex-nora de Lula

Para a Corte, faltam provas na peça do senador; Carla Trindade já foi alvo de operação da PF que investiga fraudes em licitações

Brasília|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O TCU arquivou o pedido de investigação de Flávio Bolsonaro sobre a ex-nora de Lula, Carla Trindade.
  • A decisão se baseou na falta de indícios suficientes de irregularidades ou ilegalidades.
  • A Polícia Federal continua investigando Trindade por suspeitas de fraudes em licitações públicas.
  • O inquérito envolve a empresa Life Tecnologia Educacional, ligada a Trindade, suspeita de irregularidades em licitações.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Corte afirma que representação de Flávio Bolsonaro foi fundamentada em matérias jornalísticas Geraldo Magela/Agência Senado- 28.04.2026

O TCU (Tribunal de Contas da União) decidiu arquivar um pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para investigar as relações de uma empresa ligada a uma ex-nora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Carla Ariane Trindade, com o Ministério da Educação.

Segundo a decisão, a peça apresentada pelo parlamentar não apresenta “indícios mínimos suficientes de irregularidade ou ilegalidade” e é fundamentada em matérias jornalísticas.


O tribunal informou também que a unidade técnica do órgão realizou consultas em bases oficiais e não identificou contratos ou pagamentos envolvendo a empresa que estaria ligada à ex-nora em questão.

“Considerando que as alegações relativas à governança interna do Ministério da Educação, ao acesso de terceiros a dependências oficiais e a eventual reunião não registrada em agenda oficial extrapolam o escopo da unidade técnica especializada em contratações e, tal como apresentadas, não demonstram, por si sós, matéria apta a ensejar a atuação deste Tribunal no presente feito”, detalhou o documento.


Leia Mais

Investigação da PF

Apesar da negativa do TCU, Trindade segue sendo investigada pela Polícia Federal. Em novembro de 2025, ela foi alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pela corporação durante a Operação Coffee Break, que apura suspeitas de fraudes em licitações públicas.

O inquérito teve início após a constatação de irregularidades em licitações vencidas pela empresa Life Tecnologia Educacional, de pequeno porte, que movimentou valores muito superiores à sua capacidade operacional e estaria ligada à ex-nora do presidente.

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