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Terceirizados da Neoenergia são suspeitos de usar nomes de falecidos para fraudar dívidas

Suspeitos teriam inserido dados falsos no sistema da empresa para beneficiar alguns clientes, causando um prejuízo de R$ 13 milhões

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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Se condenados, suspeitos podem pegar até 17 anos de prisão Divulgação/ PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal realizou nesta quinta-feira (18) uma operação para cumprir dez mandados de busca e apreensão em endereços ligados a funcionários terceirizados da Neoenergia suspeitos de fraudar o sistema da empresa e usar nomes de terceiros para transferir dívidas. Segundo as investigações, os suspeitos teriam inserido dados falsos em um sistema de informações para beneficiar indevidamente determinados clientes, causando um prejuízo aproximado de R$ 13 milhões.

De acordo com a polícia, os funcionários envolvidos teriam transferido as dívidas para indivíduos falecidos ou para aqueles que não possuíam nenhuma relação com os débitos originais, o que resultava em cancelamentos indevidos de dívidas.


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“A auditoria inicial indicou perda aproximada a R$ 13 milhões em um curto intervalo de tempo. Contudo, com o avanço das investigações, suspeita-se que o montante do prejuízo seja substancialmente maior”, comentou o delegado Paulo Francisco Pereira.

O grupo trabalhava principalmente alterando informações de contas de clientes, sem a documentação necessária, causando prejuízo para a empresa e a terceiros. Os funcionários são investigados por estelionato eletrônico e se condenados, poderão pegar até 17 anos de prisão.


Em nota, a Neoenergia informou que identificou as irregularidades e apresentou a denúncia a polícia. Os funcionários foram demitidos da empresa terceirizada e a empresa informou que está “adotando as providências administrativas cabíveis”.

Confira a íntegra da nota:


“A Neoenergia informa que identificou irregularidades realizadas por funcionários terceirizados, que prestam serviço à empresa, e apresentou denúncia crime à DRACO, a fim de que fossem investigados e devidamente punidos.

Os envolvidos foram demitidos pela empresa terceirizada e a distribuidora está adotando as providências administrativas cabíveis.

Por fim, a empresa está prestando todas as informações necessárias à investigação e confia nas autoridades criminais para punir todos os responsáveis pelas irregularidades comprovadas”.

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