União deve liberar R$ 48 mi para equipamentos hospitalares, diz líder da bancada do DF na Câmara
Segundo o deputado Rafael Prudente, compras serão destinadas ao Hospital de Base (HBDF) e para o Hospital de Santa Maria (HRSM)
Brasília|Yuri Achcar, da Record, e Giovanna Inoue, do R7, em Brasília

O deputado federal Rafael Prudente (MDB), líder da bancada do DF na Câmara, afirmou que a União deve empenhar R$ 48 milhões para a compra de equipamentos para o Hospital de Base (HBDF) e para o Hospital de Santa Maria (HRSM).
Segundo o parlamentar, o acordo foi firmado com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e deve ser publicado no Diário Oficial da União ainda nesta sexta-feira (29).
A verba se refere a emendas de bancadas de 2022. As compras de equipamentos se devem à troca de material obsoleto e à ampliação de recursos. No caso do Hospital de Santa Maria, devem ser comprados bisturis elétricos, aparelhos de anestesia, mesa cirúrgica, microscópio, entre outros. O equipamento mais caro previsto é uma máquina de raio-x telecomandada com fluoroscopia, estimada em R$ 3,2 milhões.
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Já para o Hospital de Base, o governo federal deve comprar retinógrafo, mesas cirúrgicas elétricas, ultrassons, entre outros. Os aparelhos mais caros são uma máquina de raio-x de R$ 3,2 milhões como a do HRSM e um tomógrafo de R$ 3,1 milhões.
Auxílio-moradia
Rafael Prudente articula com o governo federal uma alternativa para o pagamento do auxílio-moradia a bombeiros e policiais militares do DF. A negociação ocorre após o presidente Lula ter vetado o uso do Fundo Constitucional do Distrito Federal para pagamento do auxílio, em lei sancionada em novembro.
Segundo o líder da bancada do DF, três alternativas estão sendo discutidas. Uma delas resolveria a questão a partir da criação de um novo projeto de lei ou medida provisória. A outra é a criação de uma emenda que ajuste o texto do projeto de lei sancionado. A terceira alternativa seria um acordo de derrubada do veto da emenda da legislação que alterou o salário dos agentes.
Na medida, Lula aprovou o reajuste de 18% solicitado pela categoria, mas retirou alguns benefícios previstos nas duas corporações, como o auxílio-moradia pago desde 2014 pelo governo local. Atualmente, bombeiros e militares somam mais de 17 mil agentes, e a interrupção do auxílio pode impactar entre 15% e 20% no valor do salário dos servidores.














