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Supremo forma maioria para manter cassação de Bacellar determinada pelo TSE

Condenado por abuso de poder político e econômico, ex-parlamentar está preso; julgamento no STF ocorre em plenário virtual

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Primeira Turma do STF decidiu manter a cassação do deputado Rodrigo Bacellar por abuso de poder político nas eleições de 2022.
  • Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, está preso e é acusado de criar cargos comissionados irregulares para favorecer a reeleição do governador.
  • Os ministros do STF já votaram e falta apenas a manifestação da ministra Cármen Lúcia.
  • Bacellar está inelegível até 2030 e busca a suspensão da cassação por meio de um recurso no Supremo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo a acusação, Bacellar atuou junto a Cláudio Castro em esquema para empregar cabos eleitorais Divulgação/Alerj

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria para manter a cassação do deputado Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, por abuso de poder político nas eleições de 2022. Os ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Flávio Dino já votaram.

Falta se manifestar a ministra Cármen Lúcia, que tem até as 23h59 do dia 28 de abril para inserir seu voto no sistema.

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No plenário virtual, os ministros apenas registram seus votos, sem discussão direta. Se houver um pedido de vista — mais tempo para análise —, o julgamento é suspenso. Caso haja um pedido de destaque, o caso é levado ao plenário físico.

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Atualmente Bacellar está preso. Segundo a acusação, ele atuou com o ex-governador do Rio Cláudio Castro em um esquema que utilizou a Ceperj (Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos) e a Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) para criar mais de 27 mil cargos comissionados irregulares. O objetivo seria empregar cabos eleitorais para favorecer a reeleição do governador em 2022. O ex-deputado estadual está inelegível até 2030.

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Bacellar foi condenado em março, junto de Castro e do ex-vice-governador Thiago Pampolha, por abuso de poder político e econômico, condutas vedadas e captação ilícita de recursos nas eleições de 2022.

No STF, os ministros analisam um recurso de Bacellar contra decisão individual de Zanin, que manteve a cassação fixada pelo TSE. O ex-deputado argumentava que o Supremo deveria suspender a cassação de seu mandato para evitar eleição indireta ao governo do Rio de Janeiro.

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