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Wellington Dias: ‘Tirar da fome é o primeiro passo, mas é preciso dar outros passos’

Relatório da FAO confirma o país fora do Mapa da Fome; ministro falou sobre resultados à RECORD NEWS

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Brasil registrou o menor índice de insegurança alimentar severa da história, permanecendo fora do mapa da fome, segundo relatório da ONU.
  • Em 2022, cerca de 8,6% da população mundial passava fome, mas a partir de 2025, esse número caiu para 7,8%.
  • O ministro Wellington Dias destacou que o governo Lula implementou auxílios para evitar o encarecimento de alimentos e aprimorou o Bolsa Família.
  • Desafios como efeitos do tarifação e mudanças climáticas ainda precisam ser enfrentados para garantir a segurança alimentar.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

De acordo com um novo relatório divulgado nesta terça (21) pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, o Brasil registrou o menor índice de insegurança alimentar severa da história. Com isso, o país permaneceu fora do Mapa da Fome; no mundo, a situação também melhorou.

Segundo as informações, em 2022, o percentual de quem passava fome era de cerca de 8,6%, o equivalente a 687 milhões de pessoas. Mas, a partir de 2025, o cenário global passou a melhorar, resultando em 7,8%, o que significa cerca de 645 milhões de habitantes do planeta.


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Durante o programa News 19 Horas, o ministro de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil, Wellington Dias, explicou que o país chegou a um patamar muito elevado da insegurança alimentar dentro do Mapa da Fome nos anos de 2021/2022. Mas, segundo Dias, a partir de 2023, políticas do governo Lula de transferência de renda e para combater o encarecimento de alimentos teriam contribuído para os resultados positivos.

“O principal destaque que está no relatório é o crescimento econômico seguido da ascensão social dos mais pobres; empregos, pequenos negócios, cooperativismo, ou seja, várias alternativas para crescer a renda [...] Ele mostra que é um caminho seguro: garantir que as pessoas não só saiam da fome, mas também tenham um apoio para o crescimento de renda”, enfatizou.


O ministro apontou também para a existência de diversos desafios dentro dessa realidade, como efeitos do tarifaço e das mudanças climáticas. E ressaltou que o combate à fome é um “primeiro passo” que deve impulsionar outras políticas públicas para melhorar a vida da população.

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