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Brasil continua fora do Mapa da Fome, segundo relatório da ONU

Documento aponta que quase 17 milhões de pessoas deixaram a condição de insegurança alimentar severa

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Brasil permanece fora do Mapa da Fome, conforme relatório da ONU.
  • Proporção de brasileiros em insegurança alimentar severa caiu para 0,6% no triênio 2023-2025.
  • Custo da dieta saudável no Brasil é de US$ 4,89, abaixo da média da América do Sul e América Latina.
  • Relatório da FAO-ONU mostra redução global na fome, com 7,8% da população mundial enfrentando fome em 2025.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Brasil manteve abaixo de 2,5% a proporção da população que não tem renda suficiente Agência Brasil - Arquivo

O Brasil segue fora do Mapa da Fome, conforme o relatório divulgado nesta quinta-feira (21) pela ONU (Organização das Nações Unidas).

O resultado mostrou que o Brasil manteve abaixo de 2,5% a proporção da população que não tem renda suficiente para suprir a necessidade diária de consumo de alimentos. O índice é utilizado pela FAO-ONU na construção do Mapa da Fome.


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O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2026 considera dados referentes ao triênio 2023-2025 e apontou que 16,7 milhões de pessoas deixaram a condição de insegurança alimentar severa no período.

O percentual de insegurança alimentar severa também caiu, seguindo a tendência dos últimos anos: 6,6% (2021-2023), 3,4% (2022-2024) e 0,6% (2023-2025).


A proporção de pessoas que não podem pagar por uma alimentação saudável também caiu, ficando em 21,1%. Além disso, o custo da dieta saudável no Brasil foi de US$ 4,89 (dólares em Paridade do Poder de Compra) por pessoa ao dia, abaixo da média da América do Sul (US$ 4,94) e da América Latina (US$ 4,91).

O relatório estima que 7,8% da população mundial enfrentou a fome em 2025, uma redução em relação aos 8,1% registrados em 2024 e aos 8,6% de 2022. Segundo o relatório, cerca de 645 milhões de pessoas passaram fome no triênio encerrado em 2025, o que representa uma redução de quase 14 milhões.


Para chegar aos números, a FAO-ONU utiliza indicadores macroeconômicos e demográficos que consideram variáveis como tamanho da população, perfil de renda e custo médio de uma cesta de alimentos saudável.

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