Zema e Caiado se juntam a Flávio em apoio à decisão dos EUA de tratar PCC e CV como terroristas
Pré-candidatos à Presidência aproveitaram decisão do governo americano para fazer críticas à atual gestão de Lula
Brasília|Débora Sobreira*, do R7, em Brasília
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Os pré-candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) se manifestaram, em suas redes sociais, a favor da decisão do governo americano de classificar as facções criminosas PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas internacionais.
A decisão do governo do presidente Donald Trump foi anunciada um dia após a reunião que ele teve na Casa Branca com Flávio. Aliados do senador dizem que a articulação do parlamentar foi um fator-chave para a tomada de decisão por parte do governo americano.
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Em vídeo, Flávio agradeceu a Trump e ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e acusou o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ser “conivente com o crime organizado”.
“Enquanto Lula foi de joelhos atrás do Trump fazer lobby a favor de CV e PCC, eu fui trabalhar para que eles fossem tratados como terroristas, que é o que eles são”, afirmou o filho 01 de Bolsonaro.
Na mesma linha, Zema afirmou que “a colaboração americana é muito bem-vinda”. O ex-governador de Minas Gerais elogiou Flávio, destacando que ele “foi capaz de fazer aquilo que Lula já deveria ter feito há muito tempo”.
“O governo americano vai intervir no Brasil? Não. Ele vai ajudar a combater facções que extorquem milhões de famílias, que já atuam em muitos outros países e que, a cada dia que passa, se tornam ainda mais fortes nas barbas do Lula.”
Caiado também apoiou a decisão dos Estados Unidos, mas não fez menção direta a Flávio.
“Vocês viram, gente? O governo americano acaba de classificar como terroristas as organizações criminosas do PCC e do Comando Vermelho. E o Lula os classifica como vítimas dos usuários de drogas. Vejam bem a diferença e o absurdo que está acontecendo em nosso país”, disse na gravação.
Caiado afirmou que sua única frustração é não ter chegado à Presidência da República para que ele próprio tomasse essa atitude, para “mostrar para o mundo que, no comando de Caiado, realmente não teria espaço para corrupto e muito menos para faccionado no território brasileiro”.
*Estagiária do R7, sob supervisão de Augusto Fernandes, editor-chefe.
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