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Zema: Levarei minha candidatura até o fim; oposição estará junta no segundo turno

Segundo o pré-candidato ao Planalto, uma gama de nomes de direita dificulta o cenário para a esquerda

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Romeu Zema reafirma sua candidatura à Presidência até o final.
  • Direita deve unir forças no segundo turno contra Lula.
  • Zema se posiciona como gestor e destaca sua experiência empreendedora.
  • Busca por um nome para a chapa com perfil de mulher ou negro; pleito será marcado pela indignação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

'Vamos ter muita surpresa na eleição de outubro', declarou Zema Gil Leonardi/Ascom MG - Arquivo

O ex-governador Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência, reafirmou nesta segunda-feira, 20, que levará sua candidatura até o fim, e que a direita estará unida em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, uma gama de nomes de direita dificulta o cenário para a esquerda.

“Isso dificulta para a esquerda, que em vez de poder focar a sua artilharia em um candidato só, vai ter diluir essa artilharia. Então, levarei, sim, a minha pré-candidatura até o final e estaremos todos juntos no segundo turno”, declarou.


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Zema tentou reforçar a imagem de “gestor” e disse que usará sua experiência como empresário para se diferenciar de outros nomes da direita, como os do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD).

“Fui um empreendedor, fiquei 30 anos rodando o estado de Minas, dirigi mais de dois milhões de quilômetros pra colocar lojas em 470 cidades. Sempre ralei muito, fui pagador de impostos, criei mais de 5 mil empregos diretos, pagando muito imposto. Sei muito bem quais as dores de trabalhar no Brasil. Poucos políticos tiveram essa trajetória, e quero é que o brasileiro tenha futuro”, falou.


Zema afirmou também não ter um nome para compor sua chapa à Presidência, mas que procura um perfil de uma “mulher ou de um negro”. Disse ainda acreditar que o pleito deste ano será marcado pelo sentimento de “indignação”.

“O eleitor, neste ano, está tendo uma semelhança com aquele eleitor de 2018, que foi a eleição da antipolítica. Neste ano, posso dizer que é a eleição da indignação com essa farra dos intocáveis de Brasília. Vamos ter muita surpresa na eleição de outubro”, declarou.

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