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PF bloqueia quase R$ 1 bilhão de quadrilha que operava esquema de bets ilegais com influencers

Polícia Federal descobriu contratos com influenciadores digitais para divulgação de sites de apostas irregulares e apreendeu bens no ES

Cidades|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Federal bloqueou quase R$ 1 bilhão de um grupo que promovia plataformas ilegais de apostas.
  • Influenciadores digitais eram contratados para divulgar os sites irregulares.
  • O esquema incluía lavagem de dinheiro através de empresas intermediadoras de pagamento.
  • Além do bloqueio de valores, imóveis e carros de luxo foram apreendidos e as atividades das empresas envolvidas foram suspensas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Policiais federais cumpriram ordens judiciais na capital capixaba de Vitória, nesta quarta-feira (15) PF/Reprodução – Arquivo

A PF (Polícia Federal) bloqueou, nesta quarta-feira (15), R$ 951.140.294,00 de um grupo investigado por promover plataformas ilegais de apostas. A medida ocorreu durante a Operação Slots, em Vitória. A divulgação das bets irregulares teria contado com a participação de influenciadores digitais contratados pela quadrilha.

A investigação, que recebeu apoio técnico da SPA (Secretaria de Prêmios e Apostas) do Ministério da Fazenda, começou com uma suspeita de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas. No decorrer das apurações, porém, os policiais identificaram uma estrutura criminosa destinada à exploração clandestina de plataformas de apostas on-line.


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O esquema contratava influenciadores digitais para promover os sites irregulares e usava empresas intermediadoras de pagamento para lavar os recursos obtidos de forma ilegal. Assim, essas plataformas recebiam, movimentavam e dispersavam os recursos obtidos com as atividades ilícitas.

Ainda segundo a PF, além de os investigadores identificarem que os envolvidos no esquema apresentavam uma evolução patrimonial incompatível com a declarada formalmente, os sites divulgados pelos investigados não tinham autorização para funcionamento em território nacional.


Para simular a regularidade das atividades, as empresas usavam, inclusive, de símbolos visuais relacionados ao Sistema de Gestão de Apostas do Ministério da Fazenda e ao Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária.

Em cumprimento a ordens judiciais, a PF bloqueou valores e sequestrou bens dos suspeitos, como veículos de luxo e um imóvel. Os investigados ficaram proibidos de divulgar qualquer tipo de plataforma irregular de apostas, e as empresas que operavam no esquema tiveram as atividades suspensas.

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