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Dólar sobe e abre a semana próximo de quebrar a barreira dos R$ 4

Alta de 0,17% da moeda norte-americana foi influenciada por dados da China e feriado nos EUA

Economia|Do R7

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Durante a sessão, o dólar variou entre R$ 3,9770 e R$ 4,0005
Durante a sessão, o dólar variou entre R$ 3,9770 e R$ 4,0005

O dólar fechou com leve alta frente ao real nesta segunda-feira (15), refletindo o avanço do iuan depois de um feriado de uma semana na China e o baixo volume de negócios com os mercados norte-americanos fechados.

No dia, o dólar avançou 0,17%, a R$ 3,9963 na venda, após atingir R$ 4,0005 reais na máxima e R$ 3,9770 na mínima. O dólar futuro recuava cerca de 0,2% no final desta tarde.


"O mercado estava com medo de os mercados chineses voltassem do feriado muito negativos e isso não se confirmou", disse o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira.

O banco central da China fixou o iuan na cotação mais alta em um mês, dando continuidade a seus esforços para combater a especulação sobre a desvalorização recente da moeda, apesar de dados mostrando fraqueza no comércio. A decisão reduziu as preocupações com a saúde da segunda maior economia do mundo, que vêm fomentando volatilidade nos mercados globais.


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Ferreira também citou como outro motivo para a tranquilidade no mercado de câmbio a alta dos preços do petróleo, em meio a especulações sobre corte coordenado na produção global.

Operadores ressaltaram que o volume de negócios foi bastante reduzido devido ao feriado do Dia dos Presidentes nos Estados Unidos, que manteve as praças locais fechadas. "Foi um dia bem morno, com movimentos bastante pontuais", resumiu o operador da corretora B&T Marcos Trabbold.


Outro motivo para cautela é a volta das atividades do Congresso Nacional, diante das incertezas políticas no Brasil. Temores sobre a estratégia do governo brasileiro para enfrentar a crise econômica, sobretudo no campo fiscal, também deixaram investidores relutantes em assumir grandes posições.

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"As próximas semanas prometem. O mercado deve voltar àquele ritmo alucinante do fim do ano passado conforme o noticiário encorpar", disse o superintendente de derivativos da corretora de um banco nacional.

Nesta manhã, o Banco Central promoveu mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em março, vendendo a oferta total de 11,9 mil contratos. Ao todo, a autoridade monetária já rolou US$ 4,643 bilhões, ou cerca de 46% do lote total, que equivale a US$ 10,118 bilhões.

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