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‘Impacto em relação ao tarifaço do ano passado deve ser muito menor’, opina economista

Setores como aviação e pecuária bovina não seriam afetados por possíveis tarifas, enquanto o de pescados e o madeireiro seriam os mais atingidos

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Investigação comercial dos EUA contra o Brasil está em andamento, sem decisão final; negociações continuarão em junho e julho.
  • Economista Marcelo Bassani destaca a pressão dos EUA sobre o Pix, mas ressalta sua função social e importância no mercado internacional.
  • Bassani é otimista sobre as negociações, confiando na diplomacia brasileira e na aliança com Washington.
  • Setores como aviação e pecuária bovina não seriam afetados por possíveis tarifas, enquanto pescados e madeireiro seriam os mais impactados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Para compreender melhor as consequências e desdobramentos que a investigação comercial dos Estados Unidos acionada contra o Brasil pode ter, o Link News desta terça-feira (2) entrevistou o economista Marcelo Bassani. Ele lembra que, por enquanto, a medida não possui uma ordem final e que os especialistas aguardam os próximos passos das negociações ao longo de junho e julho.

O especialista alegou que entende a decisão dos EUA em pressionar o Pix, devido à posição mais pró-mercado que o país possui; contudo, ele lembra da função social que o sistema de pagamento exerceu no Brasil: “Foi criado na pandemia para que quem não podia trabalhar na época pudesse ter aquele auxílio. [...] Ele é muito mais um aliado corrente para o mercado internacional como um todo”.


Setores madeireiro e de pesca seriam mais afetados do que o pecuário, segundo especialista REPRODUÇÃO/RECORD NEWS

Bassani é otimista quanto às negociações, pois acredita na capacidade dos diplomatas brasileiros e na força da aliança formada com Washington ao longo das décadas. “Existe mercado, sim, para todo mundo aqui no Brasil”, declarou.

Além disso, ele também tranquilizou os efeitos que a sobretaxa de 25% geraria sobre a economia. “Deve ser um impacto baixo que, no fim do dia, não deve afastar investidores”. Segundo ele, os efeitos não seriam tão ruins quanto os do tarifaço de 2025.


Caso a medida seja aprovada, setores importantes, como a aviação e a pecuária bovina, ficariam de fora, enquanto os de pescados e madeireiro seriam os principais afetados. Mesmo assim, outros aliados preencheriam o espaço criado pelas tarifas. “Existe uma demanda global que absorveria no médio prazo esses produtos e serviços brasileiros”.

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