Juro do rotativo do cartão cai para 434,4% ao ano, menor nível desde março, diz BC
Dados são de novembro; a partir de 2024, valor cobrado não poderá mais superar 100% da fatura não paga, decidiu o CMN
Economia|Do R7, com Estadão Conteúdo

Antes do teto para as taxas da modalidade, o juro médio total cobrado pelos bancos no rotativo do cartão de crédito caiu para 434,4% em novembro de 2023. É o menor patamar desde março do mesmo ano, quando bateu 433,3%. Os dados foram divulgados pelo BC (Banco Central) nesta quinta-feira (4).
No caso do parcelado, o juro passou de 195,6% para 195,2% ao ano entre outubro e novembro. Considerando o juro total do cartão de crédito, que leva em conta operações do rotativo e do parcelado, a taxa passou de 97,8% para 91,2%.
O Congresso definiu em lei que os juros do rotativo e do parcelado não poderiam ultrapassar 100% do principal da dívida, caso os bancos não chegassem a um acordo sobre o assunto, chancelado pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).
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Como não houve consenso, o teto para os juros e encargos da modalidade passou a valer no dia 3 de janeiro de 2024.
Além de um teto para os juros do rotativo, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, chegou a propor aos setores envolvidos um máximo de 12 meses para o parcelado sem juros.
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A autoridade monetária também citou a hipótese de alguma limitação para a tarifa de intercâmbio no cartão de crédito, mas ambas as ideias não avançaram e devem ser discutidas novamente no futuro.
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A taxa média de juros do rotativo do cartão de crédito caiu 4,4 pontos percentuais no mês de setembro e atingiu 441,1% ao ano. No movimento oposto, a taxa do cheque especial subiu pela primeira vez desde maio e figura em 134,4% ao ano
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