Após greve mais longa da história, escolas definirão reposição de aulas
Professores do Estado de São Paulo realizaram a greve mais longa da história: 92 dias
Educação|Do R7

A reposição das aulas será definida mediante necessidade e em parceria com as comunidades escolares, segundo a Secretaria de Educação em nota divulgada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira (17).
As instruções determinam que as 91 diretorias regionais de ensino sejam responsáveis pelo acompanhamento do plano de atividades. “Os calendários devem ser elaborados pela direção de cada unidade em parceira com os alunos, seus responsáveis e com a comunidade escolar”.
A Secretaria orientou que as escolas envolvidas elaborem seu cronograma de reposição, aprovado pelo Conselho de Escola. O secretário de Educação, Herman Voorwald, garantiu o ensino integral aos alunos.
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— Pedimos aos pais e responsáveis para que acompanhem a definição do cronograma e que enviem seus filhos às escolas nos dias e horários definidos, caso eles sejam convocados para as aulas.
Os professores iniciaram a greve no dia 13 de março e terminou no dia 12 de junho, sendo a greve mais longa da história: 92 dias. A presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel, os docentes suspenderam a greve após o movimento perder força com o corte do pagamento de dias parados. Ela, no entanto, disse que o ato por reajuste salarial continuará com protestos. De acordo com a presidente, o governo estadual sai perdendo, mesmo com o fim da greve, porque os professores voltam desmotivados para as salas de aulas.













