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Funcionários e alunos da USP, Unicamp e Unesp realizam ato em SP hoje

O evento será marcado por uma aula pública pelo direito à educação e à saúde

Educação|Do R7

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Em greve desde o dia 27 de maio, docentes, funcionários e estudantes das universidades estaduais paulistas USP (Universidade de São Paulo), Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e Unesp (Universidade Estadual Paulista) marcaram para hoje (18) uma aula pública na Praça da Sé, região central de São Paulo, a partir das 12h. 

Segundo o Sintusp (Sindicato dos Funcionários da USP), na ocasião, os grevistas pretendem fazer críticas ao Cruesp (Conselho de reitores das três universidades). Eles alegam “intransigência” do órgão com relação à negociação.


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No dia 11 de junho, o Cruesp havia agendado uma reunião de negociação para as 9h do último dia 13. Porém, o encontro foi condicionado, à livre utilização das estruturas físicas das três universidades, e, no fim, foi cancelado.


“Essa atitude só fez com que a indignação de todos aumentasse e, consequentemente a greve também”, diz nota do Sintusp divulgada esta semana.

Greve continua 


Na Assembleia realizada na última segunda-feira (16), a Adusp (Associação dos Docentes da USP) aprovou a manutenção da greve.

Foi aprovada também uma visita à Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) no próximo dia 24 e a realização de um ato público em frente à Reitoria da USP, na Cidade Universitária, região oeste de São Paulo, no dia 27.


Manifestação dos reitores

Nas últimas semanas, o reitor da Unicamp, José Tadeu Jorge, manifestou-se na imprensa, alegando nunca ter sido favorável à proposta de reajuste salarial de 0%.

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Já Marilza Vieira Rudge, vice-reitora no exercício da reitoria da Unesp e atual presidente do Cruesp, defendeu na imprensa a ampliação do repasse de verbas, por parte do governo estadual, para as universidades estaduais paulistas. A professora também se mostrou à favor da gratuidade do ensino superior público.

O reitor da USP, Marco Antonio Zago, é um dos membros do Cruesp que afirma ser adequado o atual financiamento das universidades, insistindo no reajuste salarial de 0% para todas as categorias. A medida foi anunciada em meados e é a principal motivadora da greve nas três universidades.

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