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Tem dúvida se seu título está regular e quite com a Justiça Eleitoral? Saiba o que fazer

Eleições municipais estão marcadas para o próximo domingo (6)

Eleições 2024|Do R7

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Mais de 155 milhões de brasileiros poderão votar nas eleições Reprodução/Tribunal Superior Eleitoral - 12.03.2024

As eleições municipais estão marcadas para este domingo (6), contudo, você sabe se o seu título de eleitor está totalmente regularizado ou se tem alguma dívida com a Justiça Eleitoral?

Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em comparação com a última votação para escolha de prefeitos e vereadores, em 2020, o número de eleitores aptos a votar cresceu pouco mais de 5% — de 147.918.483 para 155.912.680 votantes.

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Contudo, fazendo um paralelo com as eleições federais — onde são definidos os deputados estaduais e federais, senadores, governadores e presidente —, o número de pessoas que estão regularizadas diminuiu 0.3%, com perda de pouco mais de 500 mil eleitores.

Para verificar a situação do título

O TSE disponibiliza uma página no site oficial e um aplicativo de celular, chamado e-Título, para verificar se o seu título eleitoral está regular.

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Para acessar o e-Título, entre na loja virtual do celular, baixe o aplicativo e o abra. Será necessário colocar a senha de sua conta. Caso não tenha, clique em criar conta.

Ao acessá-lo, procure pelo botão “Mais opções” no canto inferior direito e clique em “Consultar situação eleitoral”, onde será necessário inserir novamente a senha, para ver se o documento está regular.

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Para procurar pelo site, basta pesquisar pelo termo “autoatendimento eleitoral” na internet e clicar no primeiro resultado da pesquisa.

Após o site carregar, clique em “Título Eleitoral” e desça até a sétima opção, chamada “Consultar Situação Eleitoral”, coloque seu nome completo ou número do CPF. Caso escolha colocar seu nome, será necessário inserir sua data de nascimento.

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Depois de preencher os dados, clique em “Entrar” no canto inferior direito e veja o resultado.

Caso apareça regular, tanto no site, quanto no aplicativo, significa que você pode votar sem nenhum problema. Porém, se o documento estiver cancelado ou suspenso, a pessoa não participará da eleição.

Entretanto, o título pode estar liberado, mesmo tendo algum débito com a Justiça Eleitoral. Ou seja, mesmo que haja alguma dívida, é possível votar normalmente.

Em caso de dívida eleitoral

O TSE também tem uma página para pagamentos das dívidas no site e no e-Título. Porém, é possível quitar as dívidas presencialmente, no cartório eleitoral mais próximo.

No aplicativo, siga os mesmo passos até apertar no botão “Mais opções”. Após a página carregar, clique em “Débitos eleitorais” e emita a guia para realizar o pagamento.

Já pelo site, basta pesquisar “quitação de multas eleitorais” e clicar no primeiro link. Ao carregar, desça até o final da página, insira todos os dados e clique em consultar. O pagamento pode ser feito via Pix, boleto bancário ou cartão de crédito.

Caso a opção escolhida seja o boleto e o valor esteja abaixo dos R$ 50, o documento deve ser pago exclusivamente no Banco do Brasil.

Após o pagamento, será necessário aguardar o registro da quitação do débito pela Justiça Eleitoral no seu título.

Em caso de título cancelado ou suspenso

Para normalizar o seu título, vá novamente para “autoatendimento eleitoral”, “Título Eleitoral”, “Consultar Situação Eleitoral” e coloque seus dados.

Após o resultado, clique em voltar e escolha a sexta opção “Regularize seu título cancelado”. Depois de fazer a solicitação, será possível acompanhar o estado do pedido, na mesma aba, contudo, para acessar a página, clique na segunda opção, chamada “Acompanhe a sua solicitação”.

Um título eleitoral pode ser cancelado por ausência à votação em três eleições consecutivas sem apresentar justificativa, ou o não comparecimento à revisão do eleitorado no município.

Já a suspensão, acontece em casos de prestação de serviço militar, condenação criminal ou condenação por improbidade administrativa transitada em julgado — quando um agente público comete um ato ilegal ou quando uma pessoa comum se beneficia ou participa do crime.


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