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Alianças partidárias nas eleições de 2026: o que são, como funcionam e por que elas existem

Partidos costumam se unir para ampliar tempo de campanha e fortalecer candidaturas

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Alianças partidárias são formadas para ampliar tempo de campanha e fortalecer candidaturas, mesmo entre partidos com visões diferentes.
  • A lei eleitoral prevê dois tipos de alianças: coligações e federações, cada uma com suas regras e consequências.
  • Coligações são temporárias e aplicadas apenas a cargos majoritários, enquanto federações exigem uma união de no mínimo quatro anos.
  • Federações exigem que partidos atuem como um bloco único, compartilhando fundos e tempo de propaganda eleitoral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Partidos políticos podem optar por disputar as eleições e governar sozinhos. Contudo, normalmente, eles se aliam a outros e os fazem por duas formas: a da coligação ou aliança partidária e, desde 2022, da federação partidária.

Ambas são formas largamente empregadas. Embora o comprometimento e a extensão mudem bastante entre elas.


Elas costumam ser anunciadas em convenções, negociadas nos bastidores da política e ajudam a explicar por que partidos com visões diferentes acabam apoiando o mesmo candidato.

Confira as características e diferenças entre elas:


Coligações

As coligações surgem a partir da junção de dois ou mais partidos políticos com o objetivo de disputar as eleições.

O maior diferencial para esse tipo de aliança partidária é que ela é uma configuração temporária. Passado o período eleitoral, a coligação deixa de existir e os partidos que a formavam podem seguir unidos ou por caminhos distintos.


As coligações valem apenas para disputas de cargos majoritários, ou seja, as escolhidas pelo maior número de votos em um único candidato. É o caso dos pleitos para prefeito, governador, senador e presidente.

Para as eleições proporcionais, em que o número de votos obtidos por determinados partidos importa, não existem coligações.


Federações

Já as federações representam um modelo de aliança política mais firme. Criadas em 2021, elas foram implementadas pela primeira vez nas eleições seguintes, de 2022.

Diferentemente das coligações, as federações funcionam como uma aliança duradoura. Segundo a lei, os partidos que integram uma federação devem atuar juntos por, no mínimo, quatro anos.

Os partidos que formarem uma federação também devem atuar como um só bloco em todo o país, assim como somarem seus fundos eleitorais e tempo de horário eleitoral.

Se, por um lado, isso parece atrativo, as federações também têm suas limitações. Os partidos em federação devem lançar os mesmos candidatos para cargos majoritários e proporcionais. Os parlamentares eleitos devem atuar de forma conjunta durante a existência da federação.

Confira as federações das eleições de 2026:

  • Federação União Progressista: composta pelo União Brasil e Progressistas.
  • Federação Renovação Solidária: composta pelo Partido da Renovação Democrática e pelo Solidariedade.
  • Federação Brasil da Esperança: também chamada de Fé Brasil, é formada pelo PT, PC do B e pelo PV.
  • Federação PSDB Cidadania: é composta pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e pelo Cidadania.
  • Federação PSOL REDE: É composta pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e Rede Sustentabilidade.
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