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Após tentativa de agressão a Marina Silva, Tarcísio presta solidariedade à candidata

Governador diz que é fundamental respeitar liberdade de manifestação e que divergências não podem virar violência

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, repudiou a tentativa de agressão contra Marina Silva durante evento de campanha.
  • O governador enfatizou a importância de respeitar a liberdade de manifestação e condenou a violência, especialmente contra mulheres.
  • O incidente ocorreu em uma caminhada para mulheres em São Paulo, onde o suspeito foi afastado por assessores de Fernando Haddad.
  • Haddad classificou o ato como intimidação, atribuindo-o à extrema-direita, e destacou a força e dedicação de Marina Silva a causas nobres.

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Tarcísio prestou solidariedade e falou em punição de responsáveis por ataque a Marina Silva Pablo Jacob/Governo de São Paulo

O governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), publicou uma nota oficial em que repudia a tentativa de agressão sofrida pela candidata ao Senado Marina Silva (Rede), na manhã desta segunda-feira (17). Ela participava de um evento de campanha ao lado da também candidata ao Senado Simone Tebet (PSB) e o candidato ao governo Fernando Haddad (PT).

Tarcísio prestou solidariedade à ex-ministra do Meio Ambiente, defendeu que atos criminosos sejam investigados e que responsáveis sejam severamente punidos.


“Não podemos admitir que a divergência se transforme em violência, agressão ou intimidação, principalmente neste momento em que precisamos nos unir para enfrentar esta chaga que é a violência contra a mulher”, diz Tarcísio, na nota.

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Entenda o caso

Um homem tentou agredir a candidata ao Senado, Marina Silva (Rede), nesta segunda-feira (17), durante uma caminhada para mulheres no centro da capital paulista.


O suspeito foi imediatamente afastado por assessores da campanha de Fernando Haddad. O episódio aconteceu logo no início do percurso, entre a praça da República e o Theatro Municipal.

Haddad acredita que o caso se enquadre mais como uma intimidação e não propriamente um ataque, e atribuiu a ocorrência à extrema-direita.


“Eu entendi que não foi propriamente um ataque, foi uma intimidação. A ministra Marina é uma mulher que tem a vida dedicada a nobres causas desse país. Então, ela soube passar o recado. Alguém pode ter confundido a fragilidade da Marina com a fragilidade de espírito da Marina, que não existe”, disse o candidato ao governo do estado de São Paulo.

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