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Em dia de convenção do PT no Rio, Lindbergh, Freixo e Quaquá trocam críticas nas redes

Disputa em torno do número 1313 usado na campanha desencadeou embate entre lideranças petistas

2026|Amanda Garcia, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lindbergh Farias e Marcelo Freixo criticam a condução do PT no Rio de Janeiro durante convenção estadual.
  • Ambos destacam a importância da reeleição de Lula e criticam a gestão do partido no estado.
  • Washington Quaquá, prefeito de Maricá, rebate críticas e defende sua atuação dentro do PT.
  • Quaquá acusa Freixo e Lindbergh de incoerências políticas e reafirma seu apoio contínuo a Lula.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lindbergh, Freixo e Quaquá
Conflito no PT do Rio envolve Lindbergh Farias, Marcelo Freixo e Washington Quaquá Montagem: Bruno Spada, Paulo Sergio e Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

No dia da convenção estadual do PT do Rio de Janeiro, realizada neste sábado (1º), lideranças do partido protagonizaram uma troca pública de críticas nas redes sociais, expondo divergências sobre a condução da sigla no estado.

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e o ex-presidente da Embratur, Marcelo Freixo, divulgaram um vídeo informando que não participariam da convenção. Segundo eles, a decisão não está relacionada a “picuinhas internas”, mas à defesa da “democracia” no partido.


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Os dois afirmam que a prioridade é a reeleição do presidente Lula e a eleição de uma bancada maior de deputados federais, além da candidatura da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) ao Senado. Apesar disso, criticam a forma como o PT fluminense vem sendo conduzido.

“O Partido dos Trabalhadores não pode, no Rio de Janeiro, ser conduzido como uma capitania hereditária”, afirmou Freixo. Lindbergh disse que o partido “é muito maior do que isso” e defendeu que a legenda seja conduzida “de maneira forte, correta e compatível com sua grandeza”.


Sem citar diretamente nomes, eles também criticaram o que classificaram como “gestos autoritários” e defenderam um debate interno mais amplo sobre os rumos da campanha de Lula no estado.

A declaração provocou reação do prefeito de Maricá (RJ), Washington Quaquá (PT), uma das principais lideranças do partido no Rio. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele rebateu as críticas e afirmou que decidiu se manifestar porque o assunto foi levado à esfera pública pelos dois aliados.


Quaquá negou qualquer prática de favorecimento dentro da legenda. Como exemplo, afirmou que o número 1313, utilizado pelo presidente estadual do PT, Diego Zeidan, já havia sido usado por ele na eleição passada para deputado federal e que a escolha está ligada à trajetória política de Maricá, cidade administrada pelo PT.

O prefeito também fez críticas ao histórico político de Freixo e Lindbergh. Sobre Freixo, afirmou que ele apoiou decisões da Operação Lava Jato e que, à época da prisão de Lula, dizia que o movimento “Lula Livre” não era prioridade para a esquerda. Em relação a Lindbergh, declarou que o deputado chegou a cogitar deixar o PT para integrar a fundação do PSOL.


Quaquá afirmou que permaneceu ao lado de Lula durante todo esse período e disse ter participado da organização de caravanas em defesa do então ex-presidente durante sua prisão. “Eu sempre fui do PT”, declarou, ao afirmar que ajudou a fundar o partido em Maricá.

Por fim, o prefeito criticou o que chamou de uma parcela da esquerda de classe média e afirmou que não utiliza a estrutura do governo federal para fazer campanha política. Segundo ele, seu trabalho político é baseado nos resultados da administração de Maricá.

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