‘Não tenho o rabo preso’, diz Zema sobre crise institucional
Sobre alianças nas eleições, o mineiro afirmou que pretende levar sua candidatura até o fim da corrida presidencial
2026|Do R7, em Brasília
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O candidato à Presidência pelo NOVO, Romeu Zema, afirmou, em entrevista exclusiva à RECORD, exibida no Domingo Espetacular, que pretende manter a postura crítica à crise institucional vivida pelo Brasil caso seja eleito: “Vou continuar. Eu falo que eu não tenho o rabo preso. Tem muitos concorrentes aí que têm. Eu quero ser um presidente que mude essa situação”.
O candidato disse ainda que não houve “falcatrua” durante o seu mandato no governo de Minas Gerais.
“Eu fui governador por sete anos e meio. Perto de mim não teve falcatrua. E tudo o que teve, eu falei: ‘Puna os culpados, investigue a fundo’. É disso que o Brasil precisa.”
Alianças
Na última pesquisa divulgada pela Quaest, Zema apareceu com 1% das intenções de voto no primeiro turno. Lula ficou à frente, com 37%, seguido por Flávio, com 30%, e Cury, com 10%. Renan Santos registrou 3%. Ronaldo Caiado, Pablo Marçal e Samara Martins também tinham 1% cada.
Questionado sobre um eventual apoio a outro candidato ainda no primeiro turno, Zema afirmou que pretende seguir com a candidatura.
“Irei até o final. Vale lembrar que, em 2018, quando eu fui eleito governador pela primeira vez, aconteceu exatamente isso. E o brasileiro só vai abrir o cardápio dos candidatos na véspera da eleição. É o que sempre acontece. Tudo ainda pode mudar até lá”.
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