Veja a trajetória de Patrus Ananias, candidato do PT ao Governo do Estado de MG
Candidato foi o deputado federal mais votado por duas décadas, mas nunca conseguiu nenhuma eleição para governador
2026|Do R7
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Patrus Ananias é o nome do PT (Partido dos Trabalhadores) para concorrer ao Governo do Estado de Minas Gerais nas eleições de 2026. Ele foi o deputado federal mais votado em 2002, com mais de 520 mil votos, recorde que perdurou por duas décadas, até que Nikolas Ferreira quebrou a marca com 1,47 milhão de votos, em 2022.
Nascido em 24 de janeiro de 1952, em Bocaiuva (MG), Patrus Ananias de Sousa, 74 anos, é advogado e professor aposentado da Faculdade Mineira de Direito na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG).
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Em 1998, tentou a candidatura ao governo de Minas, mas foi derrotado. Ficou em terceiro lugar, atrás do eleito Itamar Franco (PMDB) e de Eduardo Azeredo (PSDB).
Mais de uma década depois, após sua saída do MDS, Ananias tentou mais uma vez a candidatura ao governo, como vice de Hélio da Costa, então do PMDB. Contudo, eles foram derrotados pelo então governador Antônio Anastasia (sem partido).
Início da trajetória
Sua trajetória política iniciou-se de fato em 1988, quando foi eleito vereador em Belo Horizonte, mas milita na vida pública desde a década de 1970, quando participava de movimentos políticos e sociais que resultaram na fundação do Partido dos Trabalhadores.
Em 1992, foi eleito prefeito da capital mineira em chapa que tinha Célio de Castro (PSB) como vice, derrotando o ex-prefeito Maurício Campos (PL) no segundo turno.
Voltou a tentar se eleger prefeito de Belo Horizonte em 2012, porém novamente foi derrotado, dessa vez ainda no primeiro turno. Teve 40% dos votos, ante os 52% do vencedor Márcio Lacerda (PSB), prefeito na época.
Ministro de Lula
Foi convidado por Lula a assumir o Ministério do Desenvolvimento Social em 2004. Durante sua gestão foi implementado o Bolsa Família, programa do governo federal que busca ajudar famílias em situação de pobreza extrema. Permaneceu no cargo até 2010.
Em 2015, assumiu a pasta do Ministério do Desenvolvimento Agrário durante o segundo mandato de Dilma Rousseff. Deixou o cargo com o impeachment da presidente e reassumiu o mandato de deputado federal.
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