‘Achávamos que ele iria morrer’, diz filho de Maduro sobre captura do ditador pelos EUA
Nicolás Maduro Guerra relatou que grava as conversas que tem com o pai, preso em Nova York
Internacional|Do R7
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Nicolás Maduro Guerra, filho do ditador venezuelano Nicolás Maduro, afirmou em entrevista ao jornal espanhol El País que, no dia da operação de 3 de janeiro conduzida pelos Estados Unidos, todos achavam que o líder venezuelano “iria morrer”.
Maduro Guerra relatou a mensagem de áudio enviada pelo pai durante a ação militar, que resultou em sua captura: “Nico, estão bombardeando. Que a pátria siga lutando, vamos em frente.” O próprio ditador “achava que morreria naquele dia”.
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Maduro e a mulher, Cilia Flores, estão presos em um tribunal de Nova York. O ditador responde a acusações de conspiração ligada ao narcoterrorismo e à importação de cocaína, além de posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos.
Em abril, os EUA concordaram em modificar suas sanções contra a Venezuela para permitir que o governo do país sul-americano pague o advogado de defesa de Maduro.
Ao El País, Maduro Guerra, que é deputado na Venezuela, também contou que grava as conversas que tem com o pai. O sucessor de Hugo Chávez, segundo o filho, pergunta pela família, por temas políticos, como a Assembleia Nacional, e até por assuntos do cotidiano, incluindo o futebol.
Após a captura de Maduro, a vice-presidente, Delcy Rodríguez, assumiu interinamente a liderança do país. Desde então, a Venezuela passou por mudanças significativas na condução política e diplomática, incluindo a retomada das relações formais com os Estados Unidos após anos de ruptura e a reativação de voos comerciais entre os dois países.
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