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Análise: europeus começam a dar respostas tão duras quanto as declarações de Trump

‘Europeus não querem mais ficar dependentes nem dos recursos energéticos da Rússia, nem do escudo dos EUA’, afirma entrevistado

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Europa começa a responder duramente às declarações de Donald Trump, segundo o chanceler alemão Friedrich Merz.
  • A postura dos europeus indica o desejo de reduzir a dependência de recursos energéticos da Rússia e do apoio militar dos EUA.
  • Há discussões sobre o rearmamento da Europa e a formação de um exército europeu em resposta ao cenário atual.
  • A China se beneficia do isolamento diplomático dos EUA, aprimorando suas relações com a Europa e os Estados Unidos.

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O chanceler alemão Friedrich Merz reconheceu a habilidade e resistência do Irã em “não negociar” e afirmou que, com isso, a liderança do país humilha os Estados Unidos, que continuam sem obter resultados nas negociações de cessar-fogo. O professor e pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin destaca que a grande novidade na fala do líder é a sinceridade que ela carrega.

“É uma dura resposta do Merz ao Donald Trump. Ao que tudo indica, a Europa deixou de tratar o Trump com aquela cortesia que tinha no início do segundo mandato dele [...]. Nesse momento, os europeus dão respostas ao Trump tão duras quanto às declarações dele”, elabora no Conexão Record News desta terça-feira (28).


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Política internacional de Trump afastou aliados a um ponto sem retorno, segundo especialista Reprodução / Record News

Brustolin enxerga que os efeitos causados pela agenda diplomática de Trump levaram a danos que dificilmente serão reparados. A nova postura adotada pela Europa simboliza uma aversão à dependência que existia anteriormente em relação a antigos aliados, tanto militares quanto comerciais.

“Nesse momento, os europeus não querem mais ficar dependentes nem dos recursos energéticos da Rússia, nem do escudo dos Estados Unidos, por isso que existe todo um programa de rearmamento da Europa e existe uma discussão agora para a formação de um exército europeu”.


O cenário é ideal para a China, que fortalece a aliança com o continente europeu e americano à medida que os EUA se isolam diplomaticamente: “A China se coloca como um país respeitador do direito internacional. Olha o ponto a que nós chegamos! Há muito tempo, discutimos a possibilidade de a China rasgar o direito internacional, mas, por incrível que pareça, os chineses estão nesse momento acusando os EUA disso”.

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