Análise: instinto de preservação é o que motiva Kim Jong Un a se aproximar de Trump
Professor vê temor da Coreia do Norte em ser a ‘próxima da lista’ dos Estados Unidos
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
Autoridades da Coreia do Sul informaram que a Coreia do Norte tem se distanciado do Irã, parceiro de longa data, em uma tendência de evitar críticas diretas a Donald Trump, presidente dos Estados Unidos. Na análise do professor de relações internacionais Leonardo Trevisan, diante da possibilidade de ser o “próximo da lista” norte-americana, o cuidado de Kim Jong Un “nunca é demais”.
Conforme divulgado pelo Serviço Nacional de Inteligência de Seul, o governo norte-coreano não enviou armas ou suprimentos a Teerã desde o início do conflito, além de não ter emitido condolências públicas pela morte do líder supremo Ali Khamenei. O objetivo seria preservar a possibilidade de um novo relacionamento com Washington após a guerra.
“O que a Coreia imagina ou tenta preservar é algum tipo de proximidade com Trump, que ela já teve. Trump já disse que gostava do Kim Jong Un, que conversou com ele, que estava organizando; para a Coreia, isso é interessante”, afirma o professor.
Ele ressalta, ainda assim, que a tentativa de aproximação não configura nenhuma “mudança de lado” na geopolítica internacional, até pela continuidade do apoio aos russos no conflito com a Ucrânia.
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