Análise: Ucrânia avança na guerra, mas também viola o direito internacional
Refinaria de petróleo russa pegou fogo após um ataque ucraniano com drones nesta sexta-feira (10); ninguém ficou ferido
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
Uma refinaria de petróleo, na região russa de Krasnodar, pegou fogo após um ataque com drones nesta sexta-feira (10). Autoridades retiraram moradores após um outro ataque atingir a região. Segundo informações de fontes locais, ninguém ficou ferido.
Nos últimos meses, a Ucrânia intensificou os ataques contra a infraestrutura energética e outros alvos na Rússia para tentar enfraquecer o esforço de Moscou em continuar com a guerra. A refinaria já foi alvo de ataques diversas vezes. As ofensivas têm causado escassez de combustíveis e aumento nos preços na Rússia.
Veja Também
“Nós vimos, ao longo dessa guerra e de outras, como as ações dos países envolvidos em guerra tentam chegar justamente a essa desestabilização de plantas energéticas, o que é também uma violação do direito internacional, afinal de contas, populações estão ficando em risco, dependem de energia elétrica para sobreviver, por conta do frio também, a gente sabe de todas essas questões envolvidas”, diz Bruno Pasquarelli, doutor em ciência política e professor, em entrevista ao Conexão Record News.
Segundo ele, por meio dessa estratégia, a Ucrânia tenta diminuir o poderio, seja econômico, seja militar e também político, da Rússia no conflito. Já que, ao atingir regiões como essa, distante das fronteiras, Kiev mostra que pode chegar a territórios que até então eram considerados como inatingíveis. E isso politicamente traz consequências negativas para o próprio Putin.
“Então, seja no ponto de vista militar, seja no ponto de vista energético ou também no ponto de vista político, a Rússia perde muito com essa ação da Ucrânia no território russo nas últimas semanas”, conclui o professor.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!













