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EUA impõem sanções a autoridades cubanas e empresas ligadas à aquisição de armas

Washington busca intensificar a pressão sobre Cuba, incluindo medidas que impactam o fornecimento de petróleo para a ilha

Reuters

Internacional|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os Estados Unidos impuseram sanções a cinco entidades cubanas e oito indivíduos por auxiliarem Cuba na aquisição de armas e manutenção de relações com forças armadas estrangeiras.
  • As sanções visam subsidiárias do conglomerado militar Gaesa e incluem figuras como Álvaro López Miera, ministro das Forças Armadas Revolucionárias de Cuba.
  • O secretário de Estado Marco Rubio acusou Cuba de usar suas forças armadas para espionagem contra os EUA e de servir como base para operações de Rússia, China e Irã.
  • As sanções fazem parte de uma estratégia mais ampla dos EUA para aumentar a pressão sobre os líderes comunistas de Cuba, incluindo medidas como tarifas sobre fornecimento de petróleo à ilha.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Sanções impostas ampliam restrições contra autoridades cubanas Kevin Lamarque/Reuters - 04.08.2026

Os Estados Unidos impuseram sanções nesta quinta-feira (6) a cinco entidades cubanas e oito indivíduos que auxiliam Cuba a adquirir armas e manter relações com forças armadas estrangeiras, incluindo os adidos militares de Havana para China e Rússia.

O secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou as designações com base em um decreto assinado pelo presidente Donald Trump em maio, que ampliou as sanções contra autoridades do governo cubano, forças de segurança e seus apoiadores.


As sanções de quinta-feira têm como alvo subsidiárias do conglomerado militar Gaesa, uma holding militar e uma empresa de reparos de aeronaves militares, segundo o Departamento de Estado dos EUA.

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Entre os indivíduos designados estão Álvaro López Miera, ministro das Forças Armadas Revolucionárias (Minfar) de Cuba, bem como o chefe do Estado-Maior Geral, Roberto Legra Sotolongo, e os adidos militares de Cuba para Rússia e China, entre outros.


Rubio afirmou que o governo cubano utiliza suas Forças Armadas e serviços de inteligência para espionar os EUA e acusou o país de servir como base para Rússia, China e Irã realizarem operações contra os EUA.

A medida dá continuidade a designações anteriores, feitas este ano, da própria Gaesa e do Minfar.


As autoridades cubanas não responderam imediatamente a um pedido de comentário.

Washington tem imposto sanções a uma série de entidades e pessoas cubanas, incluindo o presidente da nação insular, em uma tentativa de intensificar a pressão sobre os líderes comunistas de Cuba.


As sanções se seguiram à declaração de emergência nacional feita pelos Estados Unidos neste ano, que imporia tarifas a qualquer país que fornecesse petróleo à ilha — uma medida que resultou em frequentes cortes de energia.

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