Indícios apontam que o Irã teria recebido apoio tecnológico da China ou da Rússia, diz professor
Segundo Vitelio Brustolin, precisão com que alvos norte-americanos foram atingidos indica ajuda externa na guerra do Oriente Médio
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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O Irã teria usado um satélite espião chinês, em março, para atacar bases militares norte-americanas em todo o Oriente Médio, segundo o jornal Financial Times, com base em documentos iranianos vazados. De acordo com os relatórios, o satélite foi adquirido pela Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária Islâmica após ser lançado ao espaço a partir da China, no final de 2024. O Ministério das Relações Exteriores chinês negou as informações.
“A gente sabe até o nome do satélite, é o TEE-01B. A gente sabe a empresa que produziu, é Earth Eye Company”, diz o professor de relações internacionais Vitelio Brustolin. “Essas informações são do Financial Times, um dos maiores veículos de imprensa do mundo. Evidentemente não foram confirmadas pela China, mas o fato de o Irã ter conseguido alvejar com muita precisão alguns alvos dos Estados Unidos [...] é indício de que provavelmente isso aconteceu”, afirma.
Em entrevista ao Conexão Record News desta quarta-feira (15), o especialista aponta que uma outra possibilidade é Teerã ter recebido um informe de inteligência da Rússia, como indicado pelo presidente norte-americano Donald Trump. “De uma forma ou de outra, o Irã recebeu, sim, ajuda, ou da China ou da Rússia, ou realmente comprou esse satélite, e o Trump subestimou esse tipo de situação”, conclui.
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