Após atentados em Paris, conferência climática tem mais de 120 mil policiais na segurança
França continua em estado de emergência desde os ataques do Estado Islâmico
Internacional|Do R7, com agências

Em estado de emergência por conta dos ataques realizados por jihadistas do Estado Islâmico no último dia 13 de novembro, a Prefeitura de Paris armou um forte esquema de segurança e proibiu qualquer tipo de manifestação durante a COP-21 (21ª Conferência do Clima das Nações Unidas), que começa hoje e reúne dezenas de líderes políticos para tentar alcançar um acordo que limite a emissão global de poluentes.
De hoje (30) a 11 de dezembro, representantes de 195 países e da União Europeia se reúnem na capital francesa.
Segundo informações da CNN, o governo da França destacou cerca de 2.800 policiais para garantir a segurança do local da cúpula, localizado no bairro de Le Bourget, nos arredores de Paris.
Outros 8.000 oficiais foram mobilizados para proteger as fronteiras do país. Ao todo, mais de 120 mil membros das forças de segurança foram mobilizados em toda a França, de acordo com o Ministério do Interior.
Conferência sobre mudanças climáticas começa hoje com o desafio de chegar a novo acordo global
O governo já havia anunciado, no início do mês, que iria impor controle em suas fronteiras por conta da COP-21. O ministro do Interior, Bernard Cazeneuve, justificou a ação como uma prevenção a "ameaças terroristas ou de risco para a ordem pública".
Mesmo com as manifestações tendo sido proibidas, um protesto na tarde de ontem terminou em violência na capital francesa. Segundo testemunhas, alguns manifestantes chegaram a usar objetos deixados na praça para homenagear os 130 mortos nos atentados terroristas de Paris. Além de Paris, outras cidades europeias foram alvos de protestos no fim de semana.
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