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Ataques aéreos atingem o Irã, que dispara contra Israel e Arábia Saudita, após anúncio de trégua

Em Abu Dhabi, uma unidade de processamento de gás pegou fogo após ser bombardeada

Internacional|Do R7, com Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Mesmo com o cessar-fogo anunciado, Israel continuou os ataques aéreos no Irã.
  • O Irã retaliou disparando mísseis e drones contra várias nações, incluindo Israel e Arábia Saudita.
  • Israel atacou posições do Hezbollah no Líbano, resultando em mortes e feridos.
  • ONU celebrou a trégua e pediu esforços para um acordo de paz duradouro entre as partes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Iranianos continuaram a disparar mísseis na madrugada desta terça-feira (8) Ronen Zvulun/Reuters - 08.04.2026

Mesmo com o anúncio do acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã, as forças de Israel mantiveram a ofensiva aérea contra o território iraniano na madrugada da quarta-feira (8).

Os iranianos também continuaram a disparar mísseis e drones contra Israel, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Bahrein e Kuwait. Em Abu Dhabi, uma unidade de processamento de gás pegou fogo após ser bombardeada.


Não há um horário definido para o início da trégua de duas semanas.

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Em outra frente, Israel voltou a atacar posições do Hezbollah em cidades no sul do Líbano. Oito pessoas morreram e 22 ficaram feridas na ofensiva, segundo o Ministério da Saúde libanês.


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, informou nesta quarta-feira que apoia o acordo de cessar-fogo dos Estados Unidos com o Irã, anunciado na véspera. O pacto, no entanto, não inclui o combate ao Hezbollah no Líbano, segundo afirmou o premiê.

Secretário-geral da ONU celebra acordo

O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), António Guterres, celebrou a trégua de duas semanas acertada pelos Estados Unidos e pelo Irã e pediu que os dois países trabalhem em um pacto pelo encerramento definitivo do conflito.


“O fim das hostilidades é urgentemente necessário para proteger vidas civis e aliviar o sofrimento humano”, disse Guterres, em comunicado distribuído pela ONU.

O enviado especial do secretário-geral, Jean Arnault, está no Oriente Médio “para apoiar os esforços em direção a uma paz duradoura”, informou a entidade.

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