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Autoridades israelenses confirmam sequestro de casal no Sinai

Internacional|Do R7

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Jerusalém, 22 mar (EFE).- O Ministério das Relações Exteriores de Israel confirmou nesta sexta-feira o sequestro de um israelense e de sua namorada, uma turista de origem belga ou norueguesa, na Península do Sinai, informou o jornal "Yedioth Ahronoth". Segundo a fonte, o caso está sob a tutela da Sala de Casos de Emergência do Ministério, que, por sua vez, já entrou em contato com as autoridades egípcias para buscar uma resolução positiva, ou seja, a libertação dos dois reféns. O israelense, que possui aproximadamente 20 anos, foi capturado enquanto dirigia por uma estrada do Sinai, a qual liga Taba à cidade de Newabaa. "O israelense é um estudante de turismo da cidade de Nazaré", confirmou o deputado árabe-israelense Ahmed Tibi, que assumiu a função de mediador do caso perante as autoridades egípcias. Em declarações ao "Canal 2", Tibi explicou que o sequestro não aparenta ter um fim nacionalista, mas criminoso, e que os sequestradores exigem ao Governo do Cairo apenas a libertação de um familiar preso. De acordo com o mediador do caso, o jovem sequestrado, que trabalhava no balneário de Eilat, às margens do Mar Vermelho, ligou para seus familiares após ter sido capturado para informar sobre sua situação e também transmitir às exigências de seus sequestradores. O general-de-brigada Nitzan Uriel, ex-chefe da Agência israelense de Luta Antiterrorista, confirmou a informação em entrevista à televisão israelense e lembrou que segue vigente a advertência para os israelenses não visitarem o Sinai. Na última década, a paradisíaca península egípcia se transformou em uma armadilha aos turistas estrangeiros, que frequentemente são alvos de atentados e sequestros. A Primavera Árabe, que há dois anos derrubou o regime de Hosni Mubarak, facilitou a entrada de grupos islâmicos nesse território, os quais já cometeram uma infinidade de atentados contra o gasoduto egípcio que conduz gás natural a Israel e Jordânia, e ataques além das fronteiras contra civis e militares israelenses. EFE elb/fk

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